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A potência da evanescência : diferenças e impossibilidades

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A potência da evanescência : diferenças e impossibilidades

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Título A potência da evanescência : diferenças e impossibilidades
Autor Sanchotene, Virgínia Crivellaro
Orientador López Bello, Samuel Edmundo
Data 2013
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação.
Assunto Filosofia da diferença
Matemática
Subjetividade
[en] Difference
[en] Evanescent
[en] Form
[en] Happening
[en] Subjectivation
Resumo Esta dissertação versa sobre a parcela evanescente que constrói uma série convergente e, desse modo, impossibilita sua permanência em uma forma última. O estudo da evanescência como a possibilidade de movimentar um corpo afirma a potência do infinito de uma vida finita e a impossibilidade da permanência a partir do movimento incessante do infinitamente pequeno. Afirmar a irredutibilidade do movimento a um ponto de chegada e a possibilidade da criação de um outro si ou de um si sempre provisório é considerado, neste estudo, um modo de inventar a vida. Com Foucault e Deleuze, apresenta-se um corpo como uma estrutura atravessada por linhas que operam e compõem instantaneidades, como forma em constante mutação. Trata-se de produzir ecos entre os domínios da filosofia e da matemática, na afirmação da diferença como aquilo que constitui um corpo. A impossibilidade da permanência é tomada como transgressão de limites impostos, ao considerar uma formação como a produção de infinitas formas.
Abstract This dissertation is about the evanescent parcel that builds a convergent series and, this way, precludes its permanence in an ultimate form. The study of evanescence as a possibility of moving an object affirms the potency of the infinite of a finite life and the impossibility of permanence from an incessant movement of the infinitely small. Affirming the irreducibility of movement to an arrival point and the possibility to create another form or an form always temporary is considered, in this study, a way to invent life. Departing from Foucault and Deleuze, an object is presented as a structure crossed by lines that operate and compose instantaneities, as a shape in constant mutation. It is about producing echoes between philosophy and mathematics, considering difference as what constitutes an object. The impossibility of the permanence is taken as a transgression of imposed limits, when it consideres a formation as a production of infiniteness forms.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/72147
Arquivos Descrição Formato
000882268.pdf (1.639Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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