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Relação entre níveis circulantes de proteína C-reativa e status cognitivo em pacientes atendidos no ambulatório de coronariopatia do HCPA-UFRGS

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Relação entre níveis circulantes de proteína C-reativa e status cognitivo em pacientes atendidos no ambulatório de coronariopatia do HCPA-UFRGS

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Título Relação entre níveis circulantes de proteína C-reativa e status cognitivo em pacientes atendidos no ambulatório de coronariopatia do HCPA-UFRGS
Autor Rizzi, Liara
Orientador Roriz-Cruz, Matheus
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Ciências Básicas da Saúde. Curso de Biomedicina.
Assunto Comprometimento cognitivo leve
Doença das coronárias
Leucoaraiose
Proteina C-reativa
Resumo Níveis séricos elevados de proteína C-reativa (PCR) vem sendo associados à leucoaraiose cerebral em indivíduos com idade avançada. Por sua vez, diversos estudos indicam que a leucoaraiose está associada a um maior risco de comprometimento cognitivo (CC). No entanto, desconhece-se quanto do efeito da PCR sobre a cognição é mediado pela leucoaraiose. Assim, este trabalho investiga a relação entre os níveis séricos de PCR, a presença de leucoaraiose e de CC em uma população de 135 indivíduos coronariopatas com mais de 50 anos. Este estudo se baseia na mensuração de níveis séricos de PCR através de análise turbidimétrica, na presença de leucoaraiose detectada através de tomografia computadorizada de encéfalo e no desempenho cognitivo avaliado através do mini exame do estado mental (MEEM), sendo que todas as análises foram ajustadas para idade, sexo e escolaridade. A aplicação dos recursos acima descritos mostrou que os níveis de PCR explicaram 7,18% (p: 0.002) da variância do MEEM, sendo que o ajuste para a presença de leucoaraiose pouco modificou esta variância (5,98%; p: 0.005), indicando que apenas uma pequena parcela da influência da PCR sobre a cognição foi mediada via leucoaraiose. Quarenta indivíduos (29,6%) apresentaram níveis de PCR ≥ 5,0 e 34 sujeitos (25,2%) foram considerados portadores de CC. Portadores de níveis de PCR ≥ 5,0 tiveram uma chance 2,9 (CI: 1,26–6,44) vezes maior de apresentarem CC (p: 0.012). Por outro lado, os níveis de PCR entre portadores de CC foram significativamente maiores (5,82 ± 3,21) do que entre controles (4,33 ± 2,02; p: 0.002). De modo geral, os resultados obtidos agregam conhecimento ao estudo da PCR e contribuem para o entendimento da patologia envolvida no processo demencial.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/72422
Arquivos Descrição Formato
000883226.pdf (721.8Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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