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“Era uma casa muito engraçada” : relato de experiência de um tutor na residência multiprofissional em saúde mental coletiva

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“Era uma casa muito engraçada” : relato de experiência de um tutor na residência multiprofissional em saúde mental coletiva

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Título “Era uma casa muito engraçada” : relato de experiência de um tutor na residência multiprofissional em saúde mental coletiva
Autor Silva, Laerte Antonio e
Orientador Rossoni, Eloá
Data 2013
Nível Especialização
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Especialização em Práticas Pedagógicas para Educação em Serviços de Saúde.
Assunto Formação
Residência
Saúde mental coletiva
Tutoria
Resumo As identidades na contemporaneidade estão em constante processo de transformação, provocando instabilidades e angústias com relação às noções de pertencimento. Considerando esta realidade como ponto de partida, o presente trabalho apresenta um relato de experiência com reflexões sobre minha trajetória, desde a chegada à equipe de Saúde Mental, como estagiário de Psicologia, na Unidade Básica de Saúde do bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo, no ano de 2006, até ocupar atualmente, psicólogo, no Centro de Atenção Psicossocial – CAPS -, no mesmo bairro, a função de tutor da Residência Multiprofissional em Saúde Mental Coletiva. Este programa de residência é vinculado à Universidade Federal do Rio Grande do Sul e têm como cenário de prática da formação em serviço o território vinculado ao CAPS. As reflexões que trago sobre meu papel de tutor têm como aporte teórico os escritos de Bauman e Hall sobre a construção de identidades na modernidade líquida, bem como as definições de tutor, preceptor, supervisor e mentor abordadas por autores vinculados à residência em saúde, além de portarias e resoluções dos Ministérios da Saúde e Educação. Para tecer considerações sobre os locais onde acontece a formação dos residentes, utilizam-se versos da composição musical “A Casa”, de Vinicius de Moraes, como pano de fundo. Para ilustrar o papel do tutor/preceptor utilizam-se analogias com os personagens do desenho animado “Os Apuros de Penélope”. Verificamos que há diferentes interpretações a respeito das denominações e atribuições de tutores e preceptores nas legislações que tratam destes termos, o que só faz, no nosso entender, confirmar a singularidade do momento histórico em que vivemos.
Tipo Trabalho de conclusão de especialização
URI http://hdl.handle.net/10183/76065
Arquivos Descrição Formato
000892619.pdf (356.3Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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