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Adolescência violenta : da lacuna simbólica aos processos de resistência-criação

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Adolescência violenta : da lacuna simbólica aos processos de resistência-criação

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Título Adolescência violenta : da lacuna simbólica aos processos de resistência-criação
Autor Borges, João Paulo Giacomini
Orientador Milnitsky-Sapiro, Clary
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia. Curso de Psicologia.
Assunto Adolescente
Institucionalização
Psicanálise
Violência
[en] Adolescence
[en] Crime
[en] Identity
[en] Institutions
[en] Psychology
[en] Rights
[en] Violence
Resumo O presente escrito visa abordar a temática da violência na adolescência com o objetivo de ampliar o entendimento que se faz, usualmente, de que um modo de ser violento estaria necessariamente atrelado a uma escassez de recursos simbólicos ou a percalços no desenvolvimento, podendo aparecer como alternativa viável, ou mesmo desejável, de padrão identificatório. O trabalho objetiva sensibilizar o leitor a essa abertura paradigmática, acentuando a importância de uma “construção do caso” que respalde o caráter complexo e singular de cada situação específica. A violência é apontada como um fenômeno que extrapola explicações centradas no indivíduo, já que sempre inclui a dimensão da alteridade, sendo engendrado no plano social. Sugere transcender as práticas de suplência sustentadas pela idealização da infância e pela negação da produção sociocultural da violência para uma maior efetividade dos aparelhos institucionais voltados ao público infanto-juvenil. Acena para a superação dos entraves que fazem persistir a validade da violência enquanto instrumento possível de subjetivação e de tratamento, através da efetiva colocação em prática dos pressupostos legais, éticos e ideológicos que conduzem, na teoria, a práxis dos trabalhadores da socioeducação e da assistencial social.
Abstract The present writing aims to approach the issue of violence in adolescence in order to expand the understanding that is usually made that one way of being violent would necessarily linked to a shortage of symbolic resources or to setbacks in development, whereas it may appear as a viable, or even desirable, alternative identificatory pattern. The work aims to sensitize the reader to widen such paradigm, emphasizing the importance of a "case building" that corroborates the complex and unique character of each specific situation. Violence is seen as a phenomenon that goes beyond explanations centered on the individual, since it always includes the dimension of otherness and it is engendered off the social environment. It suggests transcending suppleance practices sustained on the idealization of childhood and on the denial of social-cultural production of violence to achieve greater effectiveness of the institutional apparatus geared to children and youth. It waves to overcome the obstacles that make persist the validity of violence as a possible instrument of subjectivity and treatment through the actual implementation of the legal, ethical and ideological premises that lead, in theory, the practice of workers in both social-education and social-assistance services.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/76531
Arquivos Descrição Formato
000891859.pdf (408.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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