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Padrão molecular e de virulência de isolados de Pyricularia grisea do estado do Rio Grande do Sul

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Padrão molecular e de virulência de isolados de Pyricularia grisea do estado do Rio Grande do Sul

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Título Padrão molecular e de virulência de isolados de Pyricularia grisea do estado do Rio Grande do Sul
Outro título Molecular pattern and virulence of Pyricularia grisea from the State of Rio Grande do Sul
Autor Maciel, Joao Leodato Nunes
Rodrigues, Paula Cristina dos Santos
Avozani, Oneides A.
Moraes, Marcelo Gravina de
Resumo A obtenção de genótipos resistentes à brusone é uma das maiores dificuldades para os programas de melhoramento genético de arroz (Oryza sativa) devido à variabilidade do fungo Pyricularia grisea. Esta diversidade do fungo tem sido caracterizada por meio de marcadores moleculares de DNA e pela virulência de isolados do patógeno demonstrada em genótipos de arroz com diferentes genes de resistência à brusone. Os marcadores moleculares permitem identificar isolados de P. grisea em grupos geneticamente relacionados denominados de linhagens e as linhas isogênicas em grupos com padrões de virulência iguais ou muito similares. Assim, este trabalho foi realizado com os objetivos de verificar os padrões moleculares e de virulência de isolados de P. grisea do Rio Grande do Sul. O DNA de 51 isolados monospóricos de P. grisea obtidos do Rio Grande do Sul foi utilizado em reações de PCR com os oligonucleotídeos iniciadores baseados na seqüência repetitiva Pot2. Os mesmos isolados também foram utilizados para inocular plantas de seis linhas isogênicas de arroz. A análise estatística indicou a ocorrência de seis linhagens e sete grupos de virulência. A ocorrência de isolados que causam reações de compatibilidade em linhas isogênicas que contêm o alelo Pi-1 foi maior do que aquelas que possuem o alelo Pi-2. As reações de compatibilidade na linha isogênica C 101 A51 caracterizaram-se pela baixa severidade, em geral, avaliadas como sendo de nota 4. Não foi verificada uma relação direta entre os padrões moleculares e de virulência dos isolados avaliados.
Abstract Selection for rice blast resistance is a major problem in any rice (Oryza sativa) breeding program due to the variability of the fungus Pyricularia grisea. This diversity has been characterized by DNA molecular markers and by virulence of the isolates that has been demonstrated on rice genotypes with different blast resistance genes. Molecular markers allow the identification of groups of isolates, so called lines, genetically related to each other, and the isogenic lines (NILs) in groups of virulence with the same or similar virulence pattern. The objectives of this work were to verify the molecular and virulence patterns from isolates of P. grisea from the State of Rio Grande do Sul. The DNA from 51 monosporic isolates obtained in Rio Grande do Sul were used in PCR reactions with primers based on the repetitive sequence Pot2. The same isolates were also used to inoculate six NILs. The statistical analysis indicates the presence of six lines and seven virulence groups. The frequency of virulent isolates is higher in the NIL that contains the Pi-1 allele and lower in the NIL containing the Pi-2 allele. The compatible reaction on the NIL that carries Pi- 2 is very weak, exhibiting, in general, a type 4 reaction. No obvious relationship between phenotypic virulence and line determination has been found.
Contido em Fitopatologia brasileira, Brasília. Vol. 29, n. 5 (set./out. 2004), p. 504-510
Assunto Arroz
Melhoramento genético : Arroz
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/77121
Arquivos Descrição Formato
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