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Desenvolvimento do rudimento seminal em Borreria verticillata (L.) G. Mey. (Rubiaceae-Rubioideae-Spermacoceae)

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Desenvolvimento do rudimento seminal em Borreria verticillata (L.) G. Mey. (Rubiaceae-Rubioideae-Spermacoceae)

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Título Desenvolvimento do rudimento seminal em Borreria verticillata (L.) G. Mey. (Rubiaceae-Rubioideae-Spermacoceae)
Outro título Ovule development in Borreria verticillata (L.) G. Mey. (Rubiaceae – Rubioideae – Spermacoceae)
Autor De Toni, Karen Lucia Gama
Resumo O uso de caracteres embriológicos tem-se mostrado promissor para relacionar subfamílias, tribos, gêneros e espécies de Rubiaceae. A partir da ginosporogênese (megasporogênese) e formação do rudimento seminal (óvulo) de Borreria verticillata (L.) G. Mey. este trabalho visa enquadrar a espécie nas propostas evolutivas já existentes para Rubiaceae, além de disponibilizar informações para a taxonomia do gênero. A espécie possui ovário ínfero, bilocular e bicarpelar, com um rudimento seminal por lóculo, que, em seu desenvolvimento completo, é anátropo, unitegumentado e tenuinucelado, disposto em placentação axial. O primórdio seminal possui três camadas: dérmica, subdérmica e central. O início da formação do rudimento se dá por divisões não preferenciais da camada central. Em seguida, células derivadas da camada dérmica originam o tegumento e a epiderme nucelar. O arquespório é composto por uma a cinco células arquesporiais e a epiderme nucelar por duas a três células. Do conjunto de células arquesporiais, de uma a três se desenvolvem em células-mãe de ginósporos (células-mãe de megásporos), cuja meiose origina uma tétrade linear, sendo funcional o ginósporo (megásporo) calazal. Comparando os resultados obtidos com a literatura especializada enquadra-se B. verticillata no tipo Mitracarpus, devido à presença de remanescentes do tegumento externo, inclusão do nucelo na calaza, ao número reduzido de células alongadas na epiderme nucelar e ao incremento das células arquesporiais.
Abstract The structural characteristics of the ovule formation are an important tool for the systematics of the Rubiaceae family. This paper describes the ovule ontogeny and ginosporogenesis (megasporogenesis) of Borreria verticillata (L.) G. Mey. in order to classify this species based on the evolutive diagrams proposed for the Rubiaceae family. The studied species presents an inferior, bicarpellate, bilocular ovary, with one ovule per loculus. The ovule is anatropous, unitegmic, and tenuinucellate, with axial placentation. The ovule primordia present three distinct layers of cells: dermal, subdermal and central. The integument, nucellar epidermis and ovule primordia originate respectively by divisions in the dermal, subdermal and central layers. The archesporium is constituted by one to five cells, while the nucellar epidermis has two to three cells. One to three ginospore mother cells, originated by divisions in archesporial cells, undergo meiotic divisions developing a linear tetrad. Only the chalazal ginospore remains and becomes functional. The remnant cells from the external integument, the inclusion of the nucellus in the chalaza, the occurrence of few elongated cells in the nucellar epidermis and the increased number of archesporial cells classify the ovule formation of B. verticillata in the Mitracarpus type.
Contido em Revista brasileira de botanica. São Paulo. Vol. 27, n. 1 (2004), p. 185-192
Assunto Anatomia vegetal : Rubiaceae
Embriologia : Angiospermas
[en] Borreria
[en] Integument
[en] Nucellus
[en] Ovule
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/78166
Arquivos Descrição Formato
000440114.pdf (348.5Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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