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O conhecimento das puérperas sobre a indicação da cesariana em um hospital escola

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O conhecimento das puérperas sobre a indicação da cesariana em um hospital escola

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Título O conhecimento das puérperas sobre a indicação da cesariana em um hospital escola
Autor Fortes, Priscila Eugenio
Orientador Armellini, Claudia Junqueira
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Cesárea
Direitos do paciente
Enfermagem obstétrica
Resumo Nos últimos dois séculos, a cesariana mudou muito quanto às suas indicações, objetivos, técnicas e consequências. A decisão para a realização desse procedimento deve ser criteriosa e discutida com a gestante. O fornecimento de informação faz parte da humanização do parto. Esse estudo teve como objetivos caracterizar as mulheres submetidas à cesariana, identificar as indicações obstétricas registradas no prontuário e identificar se o conhecimento das mulheres sobre a indicação da cesariana coincide com a indicação obstétrica registrada em prontuário. Trata-se de um estudo quantitativo de corte transversal, consistindo em uma subanálise da pesquisa “Práticas de atendimento implementadas durante o processo de parturição”. A amostra foi constituída de 81 puérperas submetidas à cesariana e internadas na unidade de internação obstétrica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Os principais resultados apontaram que a maioria das mulheres (64,2%) tinha idade entre 20 e 34 anos e 24,7% eram adolescentes. Constatou-se que 71,6% das mulheres tinham no mínimo oito anos de estudo, 95,1% tinham companheiro e 51,8% exerciam atividade não remunerada. A maioria das mulheres (66,3%) era nulípara, dentre as demais 59,25% (n=16) tinham uma cesárea prévia. Todas as mulheres realizaram acompanhamento pré-natal, entre as quais 82,7% frequentaram alguma consulta na rede pública. Quanto ao número de consultas de pré-natal, 75,3% frequentaram sete ou mais consultas. As indicações obstétricas de cesariana prevalentes foram a desproporção cefalopélvica (59,3%), seguida pela condição fetal não tranquilizadora (24,7%). Encontrou-se que 7,4% das mulheres afirmaram não terem recebido informação sobre a indicação da cesariana. Entre as que verbalizaram ter conhecimento, 64,0% tiveram o conhecimento coincidindo com a indicação obstétrica descrita no prontuário, 21,3% a coincidência foi parcial e em 14,7% esse conhecimento não coincidiu com a indicação. Receber informação sobre a indicação da sua cesariana é um direito das mulheres e esse conhecimento é importante para a sua história obstétrica e futuras gestações. O profissional de saúde deve certificar-se sobre o entendimento das puérperas sobre a indicação da cesariana.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/78433
Arquivos Descrição Formato
000899164.pdf (1.643Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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