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Enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis : cânceres de colo do útero e de mama em uma operadora de planos de assistência à saúde de Porto Alegre/RS

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Enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis : cânceres de colo do útero e de mama em uma operadora de planos de assistência à saúde de Porto Alegre/RS

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Título Enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis : cânceres de colo do útero e de mama em uma operadora de planos de assistência à saúde de Porto Alegre/RS
Autor Rebellato, Renato Martinez
Orientador Rosa, Roger dos Santos
Data 2013
Nível Especialização
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Especialização em Saúde Pública.
Assunto Cobertura de serviços de saúde
Neoplasias da mama
Neoplasias do colo do útero
Saúde suplementar
Resumo O Ministério da Saúde publicou em 2011 o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil 2011-2022 com a intenção de orientar o sistema de saúde brasileiro em direção a eixos estratégicos. Em um desses eixos, é apresentada a necessidade de fortalecer a rede de prevenção, diagnóstico e tratamento dos cânceres de colo uterino e de mama e, também, estimular o desenvolvimento de programas de prevenção de doenças crônicas não transmissíveis no setor de saúde suplementar. O objetivo deste trabalho é avaliar a taxa de cobertura de exames preventivos dos cânceres de colo do útero (25-59 anos) e de mama (50-69 anos) e estimar o volume de recursos necessários para atingir a cobertura de 100% em uma operadora de planos de assistência à saúde do município de Porto Alegre/RS. A partir do banco de dados administrativo de uma operadora de assistência à saúde de Porto Alegre (n= 279.155 beneficiárias), foi realizada a análise da quantidade de exames citopatológicos pagos à rede assistencial nos últimos três anos e de mamografias nos últimos dois anos nas referidas faixas etárias. São apresentadas comparações com o Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS) e com o levantamento para Porto Alegre/RS Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico para a Saúde Suplementar (VIGITEL – Saúde Suplementar), do Ministério da Saúde. Como resultado, a taxa de cobertura de mulheres na faixa etária de 25-59 anos que realizaram exame de citologia oncótica do colo de útero nos últimos três anos foi de 67% (versus 43% no IDSUS e 74% no VIGITEL – Saúde Suplementar) e, na faixa etária de 50-69 anos, que realizaram exames de mamografia nos últimos dois anos, foi de 87% (versus 29% no IDUS e 91% no VIGITEL – Saúde Suplementar). Em 2012, o gasto médio na operadora com os exames citopatológicos foi de R$ 10,55 e o com mamografias foi de R$ 90,99. Para a cobertura total (100%), deveriam ser acrescidos gastos de R$ 976 mil para exames citopatológicos e de R$ 1,9 milhão para mamografia por ano, elevando, respectivamente, o total de gastos para 0,12% e 0,34% da receita bruta da operadora. Ambas as taxas de cobertura superam as metas estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, que é de 28% para mamografia e 60% para exames citopatológicos. Contudo, à luz do Plano de Enfrentamento de DCNT, melhorias ainda poderão ser obtidas.
Tipo Trabalho de conclusão de especialização
URI http://hdl.handle.net/10183/78470
Arquivos Descrição Formato
000899787.pdf (790.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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