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“A gente não sabe falar português, imagina escrever" : uma reflexão sobre o ensino da língua materna

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“A gente não sabe falar português, imagina escrever" : uma reflexão sobre o ensino da língua materna

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Título “A gente não sabe falar português, imagina escrever" : uma reflexão sobre o ensino da língua materna
Autor Reis, Ânia Dóris dos Santos
Orientador Carboni, Florence
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Curso de Letras: Português e Italiano: Licenciatura.
Assunto Autonomia
Ensino de língua estrangeira (italiano)
Língua materna
Produção textual
[it] Autonomia
[it] Cittadinanza
[it] Insegnamento
[it] Lingua materna
[it] Produzione testuale
Resumo Este trabalho faz uma reflexão sobre o “ensino” da língua materna. Parte da realidade em sala de aula, constatada pela própria autora, e problematiza a questão da instituição escolar, bem como seus profissionais. Discute a questão da autonomia dos alunos dentro e fora do ambiente escolar, revelando que a escola pode e deve promover a prática da cidadania, estimulando os alunos a pensarem sobre si e sobre sua realidade, com autonomia. A formação da consciência e a constituição do sujeito através da linguagem são temas abordados, embasados na dialógica interacionista de Bakhtin e no construtivismo sócio-cultural de Vigotsky. A questão do “ensino” da língua materna é tratada na última parte, na qual são analisadas questões pertinentes ao assunto e os elementos importantes que uma aula de língua materna deve ter: dialogismo, textos relevantes tanto em sua estrutura quanto na sua funcionalidade, reflexão da língua como um constructo social, análises das variantes linguísticas e das situações nas quais elas podem ser usadas, leituras, escrita e reescrita.
Riassunto Questo lavoro presenta una riflessione sull’insegnamento della lingua materna. Si parte dalla realtà della classe, osservata dalla stessa autrice, e si problematizza la questione della scuola con i suoi professionali. Il lavoro focalizza soprattutto l’autonomia dell’alunno, dentro e fuori dalla scuola, mettendo in evidenza il fatto che la scuola può e deve promuovere una pratica cittadina, stimolando gli alunni a riflettere con autonomia, su se stessi e sulla realtà che li circonda. Inoltre vengono abordati temi come la formazione della coscienza e la costituzione dell’essere umano attraverso il linguaggio, partendo dal dialogismo interazionista di Bakhtin e dal costruttivismo socioculturale di Vigotsky. La problematica dell’insegnamento della lingua materna viene trattata nell’ultima parte, dove sono analizzate altre questioni ivi vincolate nonché elementi rilevanti che la lezione di lingua materna deve possedere, come il dialogismo; testi significativi sia nella loro struttura sia nella loro funzionalità; la riflessione sulla lingua inquanto costrutto sociale; lavoro sulle varietà linguistiche e sulle situazioni di comunicazione in cui vengono usate; lettura, scrittura e riscrittura.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/79056
Arquivos Descrição Formato
000901099.pdf (1.240Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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