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Efeitos hemodinâmicos e vasculares do treinamento resistido : implicações na doença cardiovascular

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Efeitos hemodinâmicos e vasculares do treinamento resistido : implicações na doença cardiovascular

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Título Efeitos hemodinâmicos e vasculares do treinamento resistido : implicações na doença cardiovascular
Outro título Hemodynamic and vascular effects of resistance training : implications for cardiovascular disease
Autor Umpierre, Daniel
Stein, Ricardo
Resumo O treinamento resistido tem sido proposto como possível estratégia para prevenção e reabilitação cardiovascular, e nesse contexto esta revisão descreve os efeitos cardiovasculares mediados por esse tipo de intervenção. O incremento tanto na força muscular quanto na capacidade para realização de tarefas do dia-a-dia são benefícios bem caracterizados ante esse tipo de treinamento. Mais recentemente, estudos que utilizaram a avaliação hemodinâmica verificaram estabilidade cardiovascular em pacientes com doença coronariana ou insuficiência cardíaca durante a realização de exercício resistido, sem aparentes prejuízos na função ventricular ou aumento exacerbado na pressão arterial ao exercício. Adicionalmente, a pressão arterial em repouso também parece ser influenciada pelo treinamento resistido crônico, apresentando leve redução tanto para a pressão arterial sistólica (PAS) quanto para a pressão arterial diastólica (PAD). A mensuração dos níveis pressóricos após uma única sessão de exercício resistido demonstra ocorrência da hipotensão pósexercício em indivíduos normais e hipertensos; contudo, há controvérsias quanto à intensidade de esforço necessária para indução desse efeito. Recentemente, estudos de intervenção têm investigado o exercício resistido sob o prisma vascular, avaliando a complacência arterial, assim como a função endotelial. Apesar dos poucos experimentos disponíveis, evidências têm demonstrado uma potencial influência do treinamento resistido sobre a redução da complacência arterial. Por sua vez, o fluxo sangüíneo periférico apresentase aumentado após o treinamento resistido, ao passo que a função endotelial parece melhorada especialmente após o treinamento combinado. Pesquisas adicionais são necessárias para análise da eficácia dessa intervenção sobre desfechos validados, e para aprofundamento de mecanismos fisiológicos responsáveis pelas adaptações vasculares.
Contido em Arquivos brasileiros de cardiologia. São Paulo. Vol. 89, n. 4 (out. 2007), p. 256-262
Assunto Doenças cardiovasculares
Exercício
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/81893
Arquivos Descrição Formato
000824864.pdf (328.3Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir
000824864-02.pdf (298.9Kb) Texto completo (inglês) Adobe PDF Visualizar/abrir

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