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Isotermas de sorção de farinha de jabuticaba : determinação experimental e avaliação de modelos matemáticos

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Isotermas de sorção de farinha de jabuticaba : determinação experimental e avaliação de modelos matemáticos

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Título Isotermas de sorção de farinha de jabuticaba : determinação experimental e avaliação de modelos matemáticos
Autor Ambros, Larissa Fontenelle
Orientador Gurak, Poliana Deyse
Marczak, Ligia Damasceno Ferreira
Co-orientador Luchese, Cláudia Leites
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Química.
Assunto Engenharia química
Resumo Os subprodutos da indústria de processamento de alimentos destacam-se por seu reconhecido valor nutricional, principalmente como fonte de compostos bioativos e, desta forma, o seu reaproveitamento é um tema que tem despertado maior interesse nos últimos anos. Entre as frutas processadas industrialmente, a jabuticaba é uma fruta nativa do Brasil, encontrada do norte ao sul do país e, normalmente, sua industrialização é sob a forma de sucos. Caracteriza-se como uma fruta muito perecível, o que torna necessário o desenvolvimento de alternativas para seu processamento, e também a reutilização dos resíduos gerados durante o processo. Durante a produção de suco de jabuticaba, cerca de 40 % do peso total da fruta é desperdiçado. Como este resíduo é composto de cascas e sementes, uma alternativa para agregar valor a ele é a produção de farinha de jabuticaba. Assim, o objetivo deste trabalho foi determinar as isotermas de sorção de farinha de jabuticaba nas temperaturas de 10 °C, 25 °C e 40 °C. A metodologia proposta para a obtenção das isotermas neste estudo foi a do método direto higroscópico, distinto do método padrão conhecido na literatura. A partir dos resultados experimentais foi possível observar que as curvas apresentaram comportamento predominantemente do tipo sigmoidal, característico de isotermas do Tipo II. Verificou-se que as isotermas nas diferentes temperaturas estudadas nem sempre apresentaram separação consistente ao longo de toda a curva, indicando fraca influência da temperatura nesta propriedade. Os dados experimentais foram ajustados usando os modelos matemáticos de BET, GAB, Chirife, Chung-Pfost, D’arcy Watt, Halsey, Henderson, Oswin, Peleg e Smith. Os modelos de BET, GAB, Chirife, D’arcy Watt, Halsey, Oswin e Peleg foram considerados satisfatórios. O modelo de Chirife apresentou o melhor ajuste aos dados experimentais nas três temperaturas (R² superior a 0,983). Os valores de umidade de monocamada (Xm) obtidos a 25 °C foram 0,071 (g água . g sólidos-1) pelo modelo de BET e 0,079 (g água . g sólidos-1) pelo modelo de GAB. Realizou-se também a análise preditiva para determinação de isotermas de sorção em diferentes temperaturas por meio de um método recentemente disponibilizado na literatura. Esta predição foi aplicada para as temperaturas de 10 °C e 40 °C, sendo observada uma boa correlação das curvas preditas com os dados experimentais, com erro relativo médio entre as duas de 11,42 % e 15,03 %, respectivamente.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/85659
Arquivos Descrição Formato
000908930.pdf (1.001Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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