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Estudo sobre o crescimento da microalga marinha Nannochloropsis oculata em regime mixotrófico e heterotrófico utilizando diferentes fontes de carbono orgânico

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Estudo sobre o crescimento da microalga marinha Nannochloropsis oculata em regime mixotrófico e heterotrófico utilizando diferentes fontes de carbono orgânico

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Título Estudo sobre o crescimento da microalga marinha Nannochloropsis oculata em regime mixotrófico e heterotrófico utilizando diferentes fontes de carbono orgânico
Autor Ferreira, Viviane
Orientador Farenzena, Marcelo
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Química.
Assunto Engenharia química
Resumo Microalgas são organismos fotossintetizantes que utilizam o CO2 do ar e luz solar para o seu crescimento. Atualmente, os estudos sobre biocombustíveis, especialmente o biodiesel, apresentam um foco no crescimento e adensamento das culturas de microalgas para o seu uso como matéria-prima renovável. Uma das possibilidades para melhorar as taxas de crescimento desses microorganismos é a modificação do regime de cultivo, através da adição de um componente carbônico orgânico no meio de cultivo. Esse procedimento pode se dar em presença ou ausência de luz, cultivo mixotrófico e heterotrófico, respectivamente. Neste trabalho foi desenvolvido um estudo sobre o potencial do uso desses cultivos para a microalga Nannochloropsis oculata, com o uso de glicose, sacarose e glicerina como fontes de carbono. Os experimentos foram desenvolvidos em uma mini-planta de fotobiorreatores, de 3 L de volume útil, em um período de cultivo de 3 dias. Para os cultivos em presença de luz, foi usado uma intensidade luminosa de 9000 lux e um fotoperíodo de 12:12h de luz/escuridão. Para permitir um comparativo, realizou-se igualmente um cultivo autotrófico e um cultivo em branco para avaliar as contaminações. Os resultados deste trabalho mostram que, nas condições usadas, o regime mixotrófico se destaca como o regime que obteve maiores concentrações de biomassa para as três fontes testadas. Sendo a maior concentração para o uso de glicose, 0,376 g/L de biomassa, com aproximadamente 60% de aumento em relação ao regime autotrófico. Os cultivos heterotróficos não se mostraram convenientes, dentro das condições testadas, pois apresentam crescimento compatível ou mesmo inferior ao regime autotrófico, sendo a sacarose como pior fonte de carbono, dentre as testadas, com apenas 0,175 g/L de biomassa. O estudo ressalta ainda a observação de contaminações, mesmo em se tratando de meio de cultivo salino.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/85667
Arquivos Descrição Formato
000908843.pdf (1.048Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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