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O shopping center em Porto Alegre : estudos tipológicos e morfologia urbana

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O shopping center em Porto Alegre : estudos tipológicos e morfologia urbana

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Título O shopping center em Porto Alegre : estudos tipológicos e morfologia urbana
Autor Bortoli, Fábio
Orientador Cabral, Claudia Pianta Costa
Co-orientador Comas, Carlos Eduardo Dias
Data 2006
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Arquitetura. Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura.
Assunto Edificios comerciais
Morfologia urbana
Shopping centers
Shopping centers : Porto Alegre (RS)
Tipologias comerciais
Resumo Extensamente difundido em nossas cidades e amplamente adotado pelo gosto popular, o shopping center é, ao mesmo tempo, tipo caricaturado e tema controverso entre os críticos de arquitetura, por quem tem sido combatido sem a atenção as suas particularidades. A idéia do shopping center como tipo comercial concebido de forma a prescindir da cidade, desvinculado da rua, concorda com o modelo funcionalista cujos fundamentos são enunciados na Carta de Atenas e que elimina o conceito de rua multifuncional e a substitui pela materialização espacial de quatro funções separadas (habitar, trabalhar, recrear, circular). Contudo, a materialização do shopping center como um edifício fechado e isolado do meio urbano tradicional não consegue abarcar todas as suas manifestações nas cidades contemporâneas. Nascido para atender a demanda de comércio e serviços dos bairros implantados nos subúrbios dos EUA, o shopping center teve sua gênese na década de 1920 e passou, naquele país, por um longo processo evolutivo antes de ser experimentado no Brasil, na década de 1960. Uma década depois, já pode ser identificado o primeiro empreendimento implantado na cidade de Porto Alegre. O estudo de quase um século de evolução, consignado à análise dos edifícios existentes na cidade de Porto Alegre, deixa claro que, longe de um modelo a ser repetido, o shopping center constitui uma família tipológica que apresenta variações e possibilidades conceituais que não podem ser desprezadas.
Abstract Extensively spread out in our cities and widely accepted for the popular taste, the shopping center is, at the same time, a controversial subject among the architecture critics, for who have been fought without the attention to its particularitities. The idea of shopping center as commercial type that it does not interact with city, disentailed of the street, agrees to the modern model whose beddings are enunciated in the Athenas Letter and that it eliminates the concept of multi-functional street and substitutes it for the space materialization of four separate functions (to inhabit, to work, to amuse, to circulate). However, the materialization of shopping center as a closed and isolated building without relation with the traditional urban areas does not represent all its manifestations in the contemporaries cities. Born to supply the demand of commerce and services of the U.S. suburbs, shopping center had its genesis in the decade of 1920 and passed, in that country, for a long process before being tried in Brazil, in the decade of 1960. One decade later, already can be identified the first enterprise implanted in the city of Porto Alegre. The study of this almost secular evolution, consigned to the analysis of the existing buildings in the city of Porto Alegre, demonstrates that, far from a repeated model, shopping center constitutes a tipologic family who present variations and conceptual possibilities that cannot be rejected.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/8626
Arquivos Descrição Formato
000583176.pdf (32.14Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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