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Percepção materna do estado nutricional dos filhos

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Percepção materna do estado nutricional dos filhos

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Título Percepção materna do estado nutricional dos filhos
Autor Nunes, Graziele da Silva
Orientador Schuch, Ilaine
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Nutrição.
Assunto Atenção primária à saúde
Criança
Obesidade
Resumo A prevalência de obesidade infantil vem crescendo em todo o mundo nas últimas décadas. A mesma está associada com conseqüências mecânicas e metabólicas que resultam em muitas doenças crônicas. Estudos demonstram uma tendência de a obesidade infantil persistir para a vida adulta resultando em morbidade e mortalidade aumentada na idade adulta. O sedentarismo e o consumo de alimentos com alta densidade calórica contribuem para a obesidade infantil. Desta maneira, o principal alvo do tratamento da obesidade infantil é a mudança de estilo de vida Uma barreira importante para o tratamento é a não percepção dos pais do excesso de peso do filho e dos riscos para a saúde que associados a esta patologia. A compreensão dos pais de que a obesidade é um problema de saúde deve ser o primeiro passo na promoção de um estilo de vida saudável e na busca de um peso corporal saudável entre as crianças. Este estudo objetiva avaliar a percepção materna do estado nutricional dos filhos e os fatores associados a mesma. O estudo selecionou crianças de 7 a 10 anos que eram usuárias da UBS Santa Cecília em Porto Alegre. As crianças e as mães fizeram avaliação antropométrica e as mães responderam a um questionário. A percepção materna do estado nutricional dos filhos foi avaliada por dois instrumentos, a escala verbal e a escala visual. Ao todo 86 crianças participaram do estudo, 24,42% apresentavam excesso de peso. Não houve concordância entre a percepção materna e o real estado nutricional de seu filho tanto através do instrumento verbal (Kappa = 0,37) quanto através do instrumento visual (Kappa = 0,097). Um terço das mães subestimou o estado nutricional do seu filho por meio da escala verbal e dois terços das mães subestimaram o estado nutricional do filho por meio da escala visual. O erro na classificação se mostrou associado ao gênero da criança em ambos os instrumentos, porém não se encontrou associação entre classe econômica, estado nutricional materna ou da criança e o erro na percepção. O estudo corrobora com outros estudo já feitos, concluindo que as mães não percebem corretamente o estado nutricional dos filhos.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/87091
Arquivos Descrição Formato
000910385.pdf (364.9Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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