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São muito comparáveis os dois livros : Macunaima e Retrato do Brasil, aproximações e distanciamentos

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São muito comparáveis os dois livros : Macunaima e Retrato do Brasil, aproximações e distanciamentos

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Título São muito comparáveis os dois livros : Macunaima e Retrato do Brasil, aproximações e distanciamentos
Autor Einsfeld, Renata
Orientador Araújo, Homero José Vizeu
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Curso de Letras: Licenciatura.
Assunto Andrade, Mário de 1893-1945. Macunaíma
Branco-negro na literatura
Identidade nacional
Prado, Paulo 1869-1943. Retrato do Brasil
Resumo Este trabalho apresenta uma comparação entre Macunaíma, narrativa de Mário de Andrade e o Retrato do Brasil, ensaio histórico escrito por Paulo Prado e tem por objetivo explicitar os elementos da argumentação do ensaísta que estão presentes na narrativa. Além disso, tem como objetivo analisar como Mário de Andrade transpôs esses caracteres em sua obra, percebendo o contraste entre ambos. Primeiramente, é dedicado um espaço para a apresentação dos autores e de suas obras em breve resumo, com o amparo da fortuna crítica. Em seguida, é realizado um resgate crítico de demais autores que porventura tenham compararam as duas obras. Dentre esses, destacamos Oswald de Andrade, Cavalcanti Proença, Gilda de Mello e Sousa, Ligia Chiappini e Silvana Assad. O cotejo parte da análise capítulo por capítulo do livro de Paulo Prado, priorizando a característica principal e os elementos presentes nos argumentos internos, procurando as respectivas características em Macunaíma. Para isso faz-se uma exaustiva seleção de excertos exemplificadores. Com a análise pode-se perceber que as obras compartilham diversos elementos, pensados no Retrato do Brasil como traços da identidade nacional, mas que são abordados de forma distinta em Macunaíma. Desse esforço analítico surge outro objeto de estudo - e para manuseá-lo introduzimos Thomas Skidmore para amparar a discussão - a partir das considerações de Prado acerca do elemento africano e sua confiança no “branqueamento” da população. Mário conduz de forma adversa essa questão, permanecendo como hipótese de leitura neste trabalho.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/95005
Arquivos Descrição Formato
000916322.pdf (214.5Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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