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Potencial de reuso do efluente gerado na DSM Elastômeros Brasil como água clarificada para torre de resfriamento

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Potencial de reuso do efluente gerado na DSM Elastômeros Brasil como água clarificada para torre de resfriamento

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Título Potencial de reuso do efluente gerado na DSM Elastômeros Brasil como água clarificada para torre de resfriamento
Autor Bienert, Lucas Minotti
Orientador Feris, Liliana Amaral
Data 2011
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Química.
Assunto Engenharia química
Resumo A água é um recurso tem grande valor econômico utilizada em quase todas as operações do dia-a-dia. Na indústria há a geração de efluentes líquidos, pois o aproveitamento deste recurso não é completo. O conhecimento de características dos efluentes industriais permite definir o tipo de tratamento a fim de enquadrar seus parâmetros na legislação ambiental e possibilitar o reuso de tal corrente. Tendo isto em vista, este trabalho objetivou a identificação do potencial de reuso do efluente prétratado de uma indústria petroquímica como água de reposição na torre de resfriamento utilizando-se da técnica de troca iônica. O uso de recursos hídricos na empresa foi mapeado, utilizando-se software da mesma, as correntes do efluente pré-tratado e da água de reposição da torre no período de abril a junho de 2011 foram caracterizadas, comparando a primeira com a Licença de Operação concedida pelo órgão ambiental estadual e a segunda com dados do contrato firmado com a empresa fornecedora. Por fim, foram conduzidos ensaios com amostra do efluente pré-tratado e resina de troca iônica comercial selecionada para o estudo. Os dois materiais foram colocados em contato e os parâmetros variados foram pH e tempo de contato. Averiguou-se que as vazões das correntes de efluente e água de reposição eram compatíveis, porém concentração maior de cloretos impediria o reuso direto. A comparação dos parâmetros de efluente com os da Licença de Operação mostraram que o tratamento existente hoje é eficaz na remoção dos contaminantes advindos da fabricação da borracha. No entanto, notou-se um contraste entre os valores estabelecidos em contrato para fornecimento de água clarificada e os analisados no período, principalmente no que se refere ao pH deste. A remoção dos cloretos pela resina de troca iônica se mostrou pouco eficaz nos ensaios realizados, não atingindo a concentração adequada para torre de resfriamento. A principal suspeita é que outros ânions interferiram na ação da resina.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/96228
Arquivos Descrição Formato
000918817.pdf (12.78Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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