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Atividades experimentais no ensino médio : estimulando o pensamento investigativo e a autonomia dos alunos

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Atividades experimentais no ensino médio : estimulando o pensamento investigativo e a autonomia dos alunos

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Título Atividades experimentais no ensino médio : estimulando o pensamento investigativo e a autonomia dos alunos
Autor Hermes, Gabriela Dotto
Orientador Junqueira, Heloisa
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Licenciatura.
Assunto Ensino médio
Metodologia do ensino
[en] Autonomy
[en] Curiosity
[en] Learning
[en] Lessons with experiments
[en] Teaching of biology
Resumo A autonomia, segundo Piaget (1971), significa ser governado por si mesmo, sendo o oposto de heteronomia, governado por outra pessoa, sem autonomia de si. No que diz respeito à autonomia em ambientes escolares, Macaro (1997) diz que a autonomia é a habilidade de o aprendiz assumir a responsabilidade por sua própria aprendizagem, sendo também responsável pelos passos e ritmos nesse processo. Assim, o presente estudo objetivou identificar e analisar o papel de atividades experimentais no ensino de Biologia para o desenvolvimento da autonomia do aluno, na sala de aula e fora dela. Também, objetivou-se relacionar os efeitos dessas atividades no processo de valorização do aluno na sua formação como sujeito social. No âmbito metodológico, realizou-se uma pesquisa qualitativa amparada por questionário semiestruturado na coleta de dados e na técnica de análise de conteúdo na interpretação das respostas dos sujeitos de pesquisa. A partir disto, foram criadas as categorias de análise que conduziram a discussão e análise dos resultados. A busca e coleta de dados se deu por meio de inserções no Colégio Estadual de Educação Básica Japão, onde duas aulas com experimentos foram desenvolvidas em uma turma do segundo ano do Ensino Médio, em momento posterior à aplicação do questionário de sondagem inicial. A discussão dos resultados, e sua análise, revelou que os alunos investigados preferem, e querem mais, aulas de Biologia com experimentos, debates, vídeos ou outras metodologias de ensino que os motivem a perguntar, expressar dúvidas, formular hipóteses e trocar suas vivências com seus colegas e professores. Ou melhor, aulas diferentes das que costumam ter e que se baseiam, apenas, nos artefatos escolares históricos: quadro e giz. Aulas com experimentos ou com outros modos de ensinar Biologia, com ênfase na participação ativa da turma, e não apenas do professor, possibilitam ao educando atuar no seu próprio processo de aprendizagem, sendo protagonista e responsável por sua educação escolar. Concluiu-se que as aulas com experimentos realizadas nesta pesquisa, representando uma fração do que poderia ser o ensino de Biologia nas escolas de Educação Básica, podem sim contribuir significativamente ao desenvolvimento da autonomia cognitiva e social do aluno, além de instigar a sua curiosidade na busca de respostas sobre o que não sabe e gostaria de saber para, com isto, construir noções de pertencimento aos contextos escolares e sociais em que vivem.
Abstract Autonomy, according to Piaget (1971), means being governed by itself, being the opposite of heteronomy (ruled by another person, without autonomy of themselves). With regard to autonomy within the school, Macaro (1997) says that autonomy is the ability of the learner to take responsibility for their learning, being responsible for the steps and pace of this process. Thus, the present study aimed to investigate and analyze the contribution of experimental activities for the development of students' autonomy, both inside and outside the classroom. Also aimed to relate the effects of these activities on the process of valorization of the student in their training as a social subject. At the methodological level, a qualitative research was done, supported by semi-structured questionnaire in collecting data and in technique of content analysis in interpreting the responses of the research subjects. From this, the categories of analysis that led the discussion and analysis of results were created. The search and data collection occurred through inserts in the State College of Basic Education Japan, where two classes with experiments were conducted in a class of the second year of high school, after the application of the questionnaire. The discussion of results and its analysis, showed that the investigated students prefer, and want more, Biology classes with experiments, debates, videos and other teaching methods that motivate them to ask questions, expressing doubts, to formulate hypotheses and to exchange their experiences with their classmates and teachers. Or rather, different classes of which they use to have and that are based only on historical artifacts school: blackboard and chalk. Lessons with experiments or with other ways to teach biology, with an emphasis on active participation of the class, and not just the teacher, allow the student to act in their own learning process, being responsible for its own education. It was concluded that classes with experiments conducted in this research, representing a fraction of what could be the teaching of Biology in schools of Basic Education, can contribute significantly to the development of cognitive and social learner's autonomy, and instigate your curiosity in the search for answers about what you do not know and would like to know, and with this, build notions of belonging to the school and social contexts in which they live.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/96764
Arquivos Descrição Formato
000919120.pdf (1.176Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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