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Administração de bancos de dados e a violação do direito à privacidade : paradoxos e tendências

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Administração de bancos de dados e a violação do direito à privacidade : paradoxos e tendências

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Título Administração de bancos de dados e a violação do direito à privacidade : paradoxos e tendências
Autor Bortolini, Ana Carolina dos Santos
Orientador Lovison, Aida Maria
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Administração. Curso de Administração.
Assunto Ética
Privacidade : Dados pessoais
Sociedade da informação
Resumo O presente trabalho teve como objetivo verificar, sob o ponto de vista ético e legal, a potencial violação do direito à privacidade, por meio de tecnologias de captação de dados, dando destaque à experiência de especialistas, direta ou indiretamente envolvidos com o tema, avançando na reflexão acerca das responsabilidades e dos riscos inerentes à utilização assimétrica de técnicas de controle, monitoramento e difusão da informação com base em banco de dados. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório, realizada com base no estudo de caso, por meio de entrevistas semi-estruturadas, em profundidade. Foram contatados nove profissionais, de três diferentes empresas, dos segmentos de software, e-commerce e financeiro, os quais expressaram suas percepções e opiniões sobre cada um dos temas. Para a interpretação dos dados, utilizou-se a análise de conteúdo, centrada nas categorias presentes nos fundamentos teóricos. Os resultados da pesquisa revelam uma fragilidade dos sistemas de compartilhamento de informação, no que diz respeito à privacidade dos usuários, considerando três principais elementos. Primeiramente, o próprio usuário, que por ingenuidade e confiança dissemina suas informações pessoais na rede com pouco ou nenhum critério de discrição; as organizações, que, buscando competir e crescer em um mercado inovador e volátil, preocupam-se mais com a sua proteção do que com os clientes; e o Estado, cujo caráter burocrático dificulta o desenvolvimento de uma jurisprudência ágil para acompanhar a rápida evolução tecnológica. Paradoxalmente, a sociedade da informação parece carecer de valores éticos que propiciam o discernimento e o conhecimento na definição dos limites de preservação e individualidade.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/96958
Arquivos Descrição Formato
000891344.pdf (569.0Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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