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Slow movement : trabalho e experimentação do tempo na vida líquido-moderna

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Slow movement : trabalho e experimentação do tempo na vida líquido-moderna

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Título Slow movement : trabalho e experimentação do tempo na vida líquido-moderna
Outro título Slow movement : work and time experimentation in the liquid-modern life
Autor Batista, Mariana Klein
Grisci, Carmem Ligia Iochins
Gallon, Shalimar
Figueiredo, Marina Dantas de
Resumo O presente artigo coloca em pauta uma reflexão cujo objetivo é discorrer sobre os modos de trabalhar e de viver na vida líquido-moderna. Para tanto, apresenta o Slow Movement como referência de análise. Divulgado como movimento mundial em prol da desaceleração, sua proposta difundiu-se e firmou-se ao acolher a sensação generalizada de esgotamento promovida pela vida líquida, conforme preconizada por Bauman (2007). Objetiva-se compreender se e como o Slow Movement possibilita uma outra experimentação do tempo, bem como se interpõe enquanto expressão da resistência aos atuais modos de trabalhar e de viver. A análise empreendida permite perceber que o Slow Movement, apesar de se apresentar como um modo de expressão da resistência frente à aceleração, mantém-se subordinado à ideologia gerencialista (Gaulejac, 2007) que caracteriza os atuais modos de trabalhar. Desse modo, o movimento contribui para apaziguar os sofrimentos psíquicos causados pela pressão do tempo, mas não para a sua revolução.
Abstract The following paper aims at describing work and life in the liquid modern life. For that matter the Slow Movement is presented as an analysis reference. Advertised as a world movement towards a slower time, its proposition has spread and been recognized as it acknowledges the feeling of hopelessness brought up by the liquid life, as described by Bauman (2007). The objective is to understand if and how the Slow Movement leads to a different experimentation of time, as well as if it is an expression of resistance to the current ways of working and living. The analysis proposes that although the Slow Movement presents itself as a resistance to the current acceleration, it is still linked to a managerial ideology (Gaulejac, 2007). Thus, the movement contributes to peace the psychological damages caused by the pressures of time, although it doesn’t operate as a revolution.
Contido em Psicologia & sociedade. São Paulo. Vol. 25, n. 1 (2013), p. 30-39
Assunto Aceleracao
Estilo de vida
Resistência
Tempo
Trabalho
[en] Acceleration
[en] Life styles
[en] Resistance
[en] Time
[en] Work
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/98945
Arquivos Descrição Formato
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