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Biotecnologias e a (r)evolução nos modos de subjetivação

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Biotecnologias e a (r)evolução nos modos de subjetivação

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Título Biotecnologias e a (r)evolução nos modos de subjetivação
Outro título Biotechnologies and the (r)evolution in the ways of subjectification
Outro título Biotecnología (r)evolución en los modos de la subjetividad
Autor Guareschi, Neuza Maria de Fátima
Azambuja, Marcos Adegas de
Lara, Lutiane de
Resumo Este artigo tem como objetivo discutir a temática da saúde no contexto da Reforma Sanitária e as demandas que esse processo coloca para as práticas psicológicas. Entendemos a partir da leitura de Michel Foucault que a saúde (saúde pública) é uma forma de investimento na vida, ou seja, a saúde é tomada pela biopolítica como estratégia de governo da população. Em um primeiro momento, fundamentamos a discussão da biopolítica e da saúde. Em um segundo momento, analisamos como a Psicologia entra no campo da saúde, entendendo que este saber se construiu na perspectiva do desenvolvimento como inerente à natureza humana. Em um terceiro momento, situamos as repercussões das produções biotecnológicas das sociedades contemporâneas a partir da noção de uma evolução artificial, presente hoje no “desenvolvimento” humano. Finalmente, apontamos como as práticas psicológicas em saúde devem também levar em conta as produções da biotecnologia na promoção da qualidade de vida.
Abstract This paper aims at discussing about health in the context of the Health Reform and the demands that this process implies in terms of psychological practices. We understand health as a bio-political strategy, according to the Foucauldian theoretical perspective, i.e. as in investment in population life. Firstly, we discuss both bio-policy and health. Secondly, we analyze the way Psychology has entered the health field, understanding that this knowledge has been built on the perspective of development as inherent to human nature. Thirdly, we identify repercussions of biotechnological productions of contemporary societies from the notion of an artificial evolution, currently present in human ‘development’. Finally, we point out that psychological practices in health should also take into consideration the biotechnology productions in promoting quality of life.
Resumen Este artículo tiene como objetivo discutir el tema de la salud en el contexto de la reforma de la salud y las demandas que plantea este proceso a las prácticas psicológicas. Nosotros entendemos la salud como una estrategia biopolítica, según lo propuesto en la perspectiva teórica de Foucault, es decir, un investimiento en la vida de las personas. En un primer momento, la discusión se fundamenta en la biopolítica y la salud. En una segunda etapa, se analizó como la psicología entra en el campo de la salud, entendiendo que este conocimiento se construye desde la perspectiva del desarrollo como algo inherente en la naturaleza humana, así que, en una tercera vez, situamos el impacto de las producciones biotecnológicas de las sociedades contemporáneas con la noción de una evolución artificial, hoy presente en el "desarrollo" humano. Por último, se señalan las prácticas psicológicas en la salud que también deben tener en cuenta la producción de la biotecnología en un incremento de la calidad de vida
Contido em Psicologia em estudo. Maringá. Vol. 17, n.1 (jan./mar. 2012), p. 05-14.
Assunto Biopolítica
Biotecnologia
Psicologia : Prática profissional
[en] Biotechnological
[en] Health
[en] Psychological practices
[es] Biotecnología
[es] Prácticas psicológicas
[es] Salud
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/98960
Arquivos Descrição Formato
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