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dc.contributor.advisorCepik, Marco Aurelio Chavespt_BR
dc.contributor.authorScheibe, Eduarda Figueiredopt_BR
dc.date.accessioned2009-06-16T04:13:00Zpt_BR
dc.date.issued2008pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/16115pt_BR
dc.description.abstractA utilização da promoção internacional dos biocombustíveis como instrumento de política externa brasileira adquiriu especial destaque a partir de 2003. O presente estudo buscou analisar as motivações por trás de tal estratégia, a partir do entendimento de que as causas para a adoção dos biocombustíveis como tópico da agenda internacional do país ultrapassam a justificativa estrutural de resposta à escassez de recursos energéticos tradicionais e à apreensão internacional com o aceleramento da degradação ambiental. Para tanto, foram analisados a coerência histórica entre a política externa e o planejamento energético brasileiro, bem como a atuação dos grupos de interesse domésticos envolvidos no Proálcool e na questão como colocada nos dias atuais, considerando-se, portanto, as transformações político-econômicas dos cenários nacional e internacional ocorridas na década de 1990.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectPolítica externapt_BR
dc.subjectPolítica energéticapt_BR
dc.subjectEnergiapt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.titleBiocombustíveis e política externa brasileira : coerência histórica entre política energética e política externa e o papel dos grupos de interesse na questão dos biocombustíveispt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb000685606pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Ciências Econômicaspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2008pt_BR
dc.degree.graduationRelações Internacionaispt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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