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dc.contributor.advisorCosta, Fernanda Vieira Amorim dapt_BR
dc.contributor.authorWeiss, Janaina Mattept_BR
dc.date.accessioned2023-02-25T03:25:12Zpt_BR
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/254994pt_BR
dc.description.abstractO hiperaldosteronismo primário (HAP) é um distúrbio adrenocortical que causa uma secreção autônoma e excessiva de mineralocorticoides, sobretudo a aldosterona, devido a uma hiperplasia ou um tumor na zona glomerulosa do córtex adrenal, levando à hipertensão arterial sistêmica e/ou hipocalemia. A idade média dos gatos com diagnóstico de HAP é de 13 anos. A aldosterona possui duas ações importantes: a regulação do volume de fluido extracelular e a participação na homeostase do potássio. Logo, as consequências causadas pela secreção excessiva de aldosterona estão relacionadas ao aumento da retenção de sódio e água e pelo aumento da excreção renal de potássio, que resulta em hipertensão arterial sistêmica e hipocalemia, respectivamente. Porém, nem todos os gatos desenvolvem hipocalemia e/ou hipertensão arterial, podendo estes apresentarem sinais inespecíficos e/ou associados à hipersecreção de outros hormônios adrenocorticais e doenças concomitantes. O HAP deve ser levado em consideração em todos os gatos que apresentarem massa na adrenal, hipertensão e/ou hipocalemia, sobretudo se essas alterações forem refratárias ao tratamento instituído. Se, com base no histórico, no exame físico e nos resultados laboratoriais e de imagem o HAP for considerado provável, torna-se imprescindível avaliar se há alguma anormalidade no funcionamento do sistema renina angiotensina-aldosterona. Há duas abordagens possíveis para o tratamento do HAP em felinos: o tratamento clínico e o tratamento cirúrgico. Mas, indiferente da abordagem adotada, a intervenção inicial deve ser direcionada para o controle da hipocalemia e/ou da hipertensão, sendo o prognóstico geralmente favorável. Embora o gato seja considerado o animal doméstico com maior prevalência de HAP, essa doença não é frequentemente diagnosticada e é provavelmente subdiagnosticada na medicina felina. Sendo assim, sua existência não deve ser negligenciada, pois dessa forma há o estabelecimento de diagnósticos errôneos e de uma abordagem terapêutica inadequada, trazendo prejuízos à saúde e, consequentemente, ao bem-estar do animal.pt_BR
dc.description.abstractThe primary hyperaldosteronism (PA) is an adrenocortical disorder that causes an autonomous and excessive secretion of mineralocorticoids, especially aldosterone, due to hyperplasia or a tumor in the glomerular zone of the adrenal cortex, leading to systemic arterial hypertension and / or hypokalemia. The average age of the cats diagnosed with PA is 13 years old. The aldosterone has two important tasks: the regulation of the extracellular fluid volume and a crucial role in potassium homeostasis. Therefore, the consequences caused by excessive secretion of aldosterone are associated with the increase of sodium and water retention and with the increase of the renal excretion of potassium, resulting in systemic arterial hypertension and hypokalemia, respectively. However, not all cats develop hypokalemia and / or arterial hypertension, which may show non-specific signs and / or associated with hypersecretion of other adrenocortical hormones and concomitant diseases. The PA must be taken into consideration in all cats that present adrenal mass, hypertension and/or hypokalemia, especially if these changes are refractory to the treatment instituted. If based on the historic, in the physic examination, in the lab and image results is considered the diagnose of PA, it is essential to assess whether there is any abnormality in the renin-angiotensin- aldosterone system. There are two possible approaches for the PA treatment in felines: the clinical treatment and surgical treatment. However, regardless of the approach adopted, the initial intervention should be directed towards the control of hypokalemia and/or hypertension, with usually a favorable prognosis. Although the cat is considered the domestic animal with the highest prevalence of PA, this disease is not frequently diagnosed and is probably underdiagnosed in feline medicine. Therefore, its existence should not be neglected, as it can lead to an erroneous diagnosis and an inadequate therapeutic approach, causing damage to the health and consequently to the animal's well-being.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectAldosteroneen
dc.subjectHiperaldosteronismopt_BR
dc.subjectDiagnósticopt_BR
dc.subjectConn Syndromeen
dc.subjectTratamentopt_BR
dc.subjectHypertensionen
dc.subjectGatospt_BR
dc.subjectHypokalemiaen
dc.subjectCatsen
dc.titleHiperaldosteronismo primário felinopt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coZanette, Regis Adrielpt_BR
dc.identifier.nrb001162133pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Veterináriapt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2020/1pt_BR
dc.degree.graduationMedicina Veterináriapt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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