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dc.contributor.authorCammarota, Martín Pablopt_BR
dc.contributor.authorBarros, Daniela Martipt_BR
dc.contributor.authorVianna, Monica Ryff Moreira Rocapt_BR
dc.contributor.authorBevilaqua, Lia Rejane Mullerpt_BR
dc.contributor.authorCoitinho, Adriana Simonpt_BR
dc.contributor.authorSzapiro, Germanpt_BR
dc.contributor.authorIzquierdo, Luciana Adrianapt_BR
dc.contributor.authorMedina, Jorge Horáciopt_BR
dc.contributor.authorIzquierdo, Ivan Antoniopt_BR
dc.date.accessioned2012-03-20T01:21:13Zpt_BR
dc.date.issued2004pt_BR
dc.identifier.issn0001-3765pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/37608pt_BR
dc.description.abstractA retenção das memórias é avaliada através da sua expressão. A expressão do traço mnemônico é iniciada freqüentemente pelo estímulo condicionado (CS); porém, como definido por Pavlov, a apresentação apenas do CS induz extinção. A esquiva inibitória de apenas uma sessão (IA) é um paradigma de condicionamento ao medo muito utilizado, no qual o CS é a parte segura da caixa de treinamento (plataforma), o estímulo incondicionado (US) é um choque aplicado nas patas do animal quando o mesmo desce da plataforma e a resposta condicionada é permanecer na área segura. Na IA, a expressão da memória é medida na ausência do US, sendo definida como a latência para descer da área segura. A extinção é instalada no momento da primeira sessão de teste, tal como fica claramente demonstrado pelo fato de que várias drogas, entre elas inibidores de síntese protéica, de PKA e de ERK e antagonistas dos receptores NMDA, impedem a extinção quando administrados no hipocampo ou na amígdala basolateral no momento da primeira sessão de teste, mas não mais tardiamente. Alguns, mas não todos os sistemas moleculares requeridos para a extinção, também são ativados pela expressão das memórias, fortalecendo a hipótese de que mesmo que a expressão seja comportamental e bioquimicamente necessária para a ocorrência da extinção, este último processo constitui um novo aprendizado, secundário a expressão do traço original.pt
dc.description.abstractMemory is measured by measuring retrieval. Retrieval is often triggered by the conditioned stimulus (CS); however, as known since Pavlov, presentation of the CS alone generates extinction. One-trial avoidance (IA) is a much used conditioned fear paradigm in which the CS is the safe part of a training apparatus, the unconditioned stimulus (US) is a footshock and the conditioned response is to stay in the safe area. In IA, retrieval is measured without the US, as latency to step-down from the safe area (i.e., a platform). Extinction is installed at the moment of the first unreinforced test session, as clearly shown by the fact that many drugs, including PKA, ERK and protein synthesis inhibitors as well as NMDA receptor antagonists, hinder extinction when infused into the hippocampus or the basolateral amygdala at the moment of the first test session but not later. Some, but not all the molecular systems required for extinction are also activated by retrieval, further endorsing the hypothesis that although retrieval is behaviorally and biochemically necessary for the generation of extinction, this last process constitutes a new learning secondary to the unreinforced expression of the original trace.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoengpt_BR
dc.relation.ispartofAnais da Academia Brasileira de Ciências. [Rio Janeiro, RJ]. Vol. 76, n. 3 (2004), p. 573-582pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectMemoryen
dc.subjectBioquímicapt_BR
dc.subjectRetrievalen
dc.subjectExtinctionen
dc.subjectReconsolidationen
dc.subjectInhibitory avoidanceen
dc.titleThe transition from memory retrieval to extinctionpt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb000531640pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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