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“Ôh! Tu nasceu! Vai ter que ir pra escola!” : perspectivas de famílias do campo sobre a obrigatoriedade de matrícula na educação infantil

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“Ôh! Tu nasceu! Vai ter que ir pra escola!” : perspectivas de famílias do campo sobre a obrigatoriedade de matrícula na educação infantil

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Título “Ôh! Tu nasceu! Vai ter que ir pra escola!” : perspectivas de famílias do campo sobre a obrigatoriedade de matrícula na educação infantil
Autor Boito, Crisliane
Orientador Albuquerque, Simone Santos de
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Pedagogia: Licenciatura.
Assunto Educação do campo
Educação infantil
Obrigatoriedade escolar
[es] Educación infantil
[es] Familias asentadas
[es] Obligatoriedad
Resumo Este trabalho resulta de uma pesquisa qualitativa de cunho etnográfico realizada no assentamento de Trabalhadores Rurais Sem Terra – Integração Gaúcha/IRGA, localizado na cidade de Eldorado do Sul/RS. O local da pesquisa foi selecionado por possuir uma escola de Educação Infantil que atende crianças de 0 a 6 anos, filhas de famílias assentadas. O trabalho insere-se no campo das Políticas Públicas para Educação Infantil, e busca conhecer as perspectivas das famílias a respeito da Lei 12.796/13, que regulamenta a obrigatoriedade de matrícula de crianças a partir de quatro anos na Educação Infantil. Como estratégias metodológicas, foram utilizadas observações, entrevistas nas residências das famílias, registros fotográficos e diário de campo. O foco da análise deu-se principalmente através de entrevistas realizadas com seis famílias selecionadas por critérios pré-estabelecidos. A partir das análises, é possível afirmar que, no contexto pesquisado, o direito à Educação Infantil é reconhecido como fundamental para o desenvolvimento e cuidado das crianças, bem como para o trabalho das famílias no campo. Também foram identificadas recorrências quanto ao desejo de que as crianças participem da vida familiar no contexto cultural em que vivem e de que a matrícula na Educação seja opção da família.
Resumen Este trabajo resulta de una investigación cualitativa de carácter etnográfico realizada en el asentamiento de trabajadores rurales “Sem Terra” (Sien Tierra) – Integración Gaúcha/RGA, situado en la ciudad de Eldorado do Sul/ RS. El sitio de investigación fue elegido por tener una escuela de educación infantil que atiende niños de 0 a 6 años, hijos de familias asentadas. El trabajo se sitúa en el campo de las políticas públicas para la educación infantil, y busca conocer las perspectivas de las familias a respecto de la Ley 12.796/13 que regula la obligatoriedad de inscripción de los niños a partir de los cuatro años en la educación infantil. Como estrategias metodológicas fueron utilizadas observaciones, entrevistas en las residencias familiares, registros fotográficos y diario de campo. Lo analicé se centró principalmente a través de entrevistas realizadas con seis familias seleccionadas por criterios ya establecidos. A partir del análisis es posible afirmar que en el contexto investigado, el derecho a la educación infantil es reconocido como fundamental para el desarrollo y cuidado de los niños, bien como para el trabajo familiar en el campo. También fueran identificadas recurrencias al deseo de que los niños tengan participación en la vida familiar del contexto cultural en que viven y de que la inscripción en la educación sea una opción de la familia.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/102983
Arquivos Descrição Formato
000935975.pdf (723.1Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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