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A política externa do México de 1970 a 1994 : entre o estado desenvolvimentista e o estado neoliberal

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A política externa do México de 1970 a 1994 : entre o estado desenvolvimentista e o estado neoliberal

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Título A política externa do México de 1970 a 1994 : entre o estado desenvolvimentista e o estado neoliberal
Autor Quadros, Diogo Ives de
Orientador Silva, André Luiz Reis da
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Ciências Econômicas. Curso de Relações Internacionais.
Assunto México
Relações internacionais
[en] Cervo, Amado
[en] Developmentalist state
[en] Foreign policy analysis
[en] Neoliberal state
[es] Analisis de política exterior
[es] Estado desarrollista
[es] Estado neoliberal
Resumo Este trabalho utiliza os paradigmas de Estado formulados por Amado Cervo para analisar a trajetória da política externa do México entre 1970 e 1994. No início dos anos 70, a agenda externa mexicana era pautada pela diversificação de parcerias internacionais, por ações a favor do Terceiro Mundo e por uma presença ativa nas discussões da Nova Ordem Econômica Internacional. Já no início dos anos 90, as posições eram caracterizadas por uma aproximação em direção aos Estados Unidos, uma troca de participação no G-77 pela OCDE e uma defesa do liberalismo econômico. A alteração sensível de rumo é explicada por uma mudança no modelo do Estado mexicano, que passou de desenvolvimentista a neoliberal ao longo das presidências de Luis Echeverría (1970-76), José Portillo (1976-82), Miguel de La Madrid (1982-88) e Carlos Salinas (1988-94). Em conformidade com o pensamento de Cervo, a política externa se justificou, em grande medida, por constrangimentos econômicos que são criados pela reprodução do capitalismo na América Latina, combinados com decisões da elite política. No entanto, os paradigmas de Estado foram insuficientes para explicar ações mexicanas no âmbito da segurança externa, especificamente na política para a América Central e o Caribe.
Abstract This work employs the paradigms of State created by Amado Cervo to analyze the course of the foreign policy of Mexico between 1970 and 1994. In the beginning of the 70’s, the Mexican agenda was guided by a diversification of international partners, actions in favor of the Third World, and an active presence in the discussions of a New International Economic Order. In the beginning of the 90’s, the positions were changed to an approach toward the United States, a membership shift from the G-77 to the OECD, and a support to the ideas of economic liberalism. The significant change of direction is explained by a change in the model of the State, which went from developmentalist to neoliberal over the presidencies of Luis Echeverría (1970-76), José Portillo (1976-82), Miguel de La Madrid (1982-88), and Carlos Salinas (1988-94). In accordance with the thought of Cervo, the foreign policy was mainly justified by economic constraints created by the reproduction of capitalism in Latin America, which were combined with decisions taken by the political elite. However, the paradigms of State were insufficient to explain Mexican postures on external security, specifically in the policy to Central America and the Caribbean.
Résumé Este trabajo utiliza los paradigmas de Estado formulados por Amado Cervo para analizar la trayectoria de la política exterior de México entre 1970 y 1994. En el inicio de los años 70, la agenda externa mexicana era pautada por la diversificación de contactos internacionales, por acciones en favor del Tercer Mundo y por una presencia activa en las discusiones del Nuevo Orden Económico Internacional. En el inicio de los años 90, las posiciones se alteraron para un acercamiento hacia Estados Unidos, un cambio de participación en el G-77 por la OCDE y una defensa del liberalismo económico. La alteración sensible de rumbo es explicada por un cambio en el modelo del Estado mexicano, que pasó de desarrollista a neoliberal a lo largo de las presidencias de Luis Echeverría (1970-76), José Portillo (1976-82), Miguel de La Madrid (1982-88) y Carlos Salinas (1988-94). En conformidad con el pensamiento de Cervo, la política exterior se justificó en gran medida por las limitaciones económicas creadas por la reproducción del capitalismo en Latinoamérica, combinadas con decisiones de la élite política. Sin embargo, los paradigmas de Estado fueron insuficientes para explicar acciones mexicanas en el área de la seguridad externa, específicamente en la política para la Centroamérica y el Caribe.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/116319
Arquivos Descrição Formato
000956545.pdf (440.3Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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