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Derrota social e seus efeitos sobre níveis séricos de IGF-1 e corticosterona em ratos wistar

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Derrota social e seus efeitos sobre níveis séricos de IGF-1 e corticosterona em ratos wistar

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Título Derrota social e seus efeitos sobre níveis séricos de IGF-1 e corticosterona em ratos wistar
Autor Gehres, Sarah Wehle
Orientador Almeida, Rosa Maria Martins de
Co-orientador Vasconcelos, Mailton França de
Data 2014
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Ciências Básicas da Saúde. Curso de Biomedicina.
Assunto Comportamento animal
Corticosterona
Estresse
Fator de crescimento insulin-like-I
Resumo O estresse social é um tipo de estresse comum a todas as espécies superiores de mamíferos. Através do protocolo de derrota social, podemos estudar os efeitos comportamentais e fisiológicos deste estresse, controlando qual animal é o agressor e qual o derrotado. Este protocolo possui valor etológico significativo, e pode ser aplicado com diferentes intensidades e frequências: exposição única, exposição crônica, exposição aguda (ou intermitente), ou exposição repetida. A derrota social começa com um rato Wistar, abrigado em uma caixa grande com uma fêmea esterilizada, treinado para brigar com machos menores colocados dentro de seu território após a retirada da fêmea. Os animais menores, chamados intrusos, são colocados dentro da caixa do residente protegidos por sua própria caixa por dez minutos, na fase chamada Pré-Confrontação. Após esse tempo, o intruso é colocado em contato direto com o residente na fase de Confrontação. Essa fase termina quando o residente força o intruso a assumir uma postura submissa (deitado no substrato de barriga para cima), ou cinco minutos após a primeira mordida do residente. Em termos de comportamento, exposições únicas levam a sintomas depressivos, como menor mobilidade nos testes de campo aberto e nado forçado. Uma exposição repetida também aumenta sintomas depressivos, bem como comportamentos do tipo ansioso (self grooming e avaliação de risco). A exposição aguda tem efeitos similares em sintomas depressivos e ansiosos, como maior imobilidade no campo aberto, menor preferência por soluções açucaradas, desinteresse sexual, entre outros. A exposição crônica leva a anedonia, além de modificações no sistema nervoso central. Este estudo está focado na relação entre os comportamentos apresentados pelos intrusos durante a derrota social e os níveis de IGF-1 e corticosterona dosados no soro destes animais. Os comportamentos foram analisados e três categorias de escores foram montadas a partir dessa análise: escore de exploração social, escore ofensivo e escore defensivo. Nossos resultados mostram que não só o grupo controle apresentou níveis mais altos de corticosterona do que o grupo estressado, como também a relação desses níveis com um escore agressivo mais alto, e ao mesmo tempo, escores de exploração social mais baixos. Além disso, a dosagem de IGF-1 não mostrou diferenças entre o grupo estressado e o grupo controle, o que indica que este fator de crescimento pode não estar diretamente relacionado com o estresse.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/119184
Arquivos Descrição Formato
000969870.pdf (640.3Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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