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Adherence to antiretroviral therapy in children : a study of prevalence and associated factors

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Adherence to antiretroviral therapy in children : a study of prevalence and associated factors

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Título Adherence to antiretroviral therapy in children : a study of prevalence and associated factors
Outro título Adesão aos anti-retrovirais em crianças : um estudo da prevalência e fatores associados
Autor Wachholz, Neiva Isabel Raffo
Ferreira, Jair
Abstract The survival of children with AIDS has increased considerably with the use of more effective antiretrovirals, but the benefits of this therapy are limited by the difficulty of adherence to the treatment. This cross-sectional study aimed to estimate the prevalence of non-adherence to antiretrovirals among children residents in Porto Alegre, Rio Grande do Sul State, Brazil, and identifying associated factors. There were 194 child caregivers interviewed. The technique utilized to evaluate adherence allowed the detection of lack of understanding of the prescribed antiretroviral regimens, as well as conscious loss of doses. Non-adherence was defined when the child had taken less than 80% of the prescribed medication during the 24h period prior to the interview. A general prevalence of non-adherence was 49.5%, which was higher than that estimated. The non-institutional caregivers had a prevalence rate of 55.7%, while the institutional caregivers had 22.2%. In multivariate analysis, the education of the caregiver was found to have a borderline association with the outcome. Institutionalized children and those taken care of by people with a higher educational level appeared to have more protection against nonadherence to antiretroviral therapy.
Resumo A sobrevida de crianças com AIDS teve um aumento considerável com o emprego de anti-retrovirais mais efetivos, porém os benefícios dessa terapêutica são limitados pela dificuldade na adesão ao tratamento. Este estudo transversal teve como objetivo estimar a prevalência da não-adesão aos anti-retrovirais entre crianças residentes em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, e identificar os fatores associados. Foram entrevistados 194 cuidadores de crianças. A técnica utilizada para aferir a adesão permitiu detectar tanto as perdas por falhas no entendimento do esquema anti-retroviral prescrito quanto das perdas conscientes de doses. Foi definida como não-aderente a criança que ingeriu menos de 80% das doses prescritas para 24 horas no dia anterior à entrevista. A prevalência geral da não-adesão encontrada foi de 49,5% superior à estimada. Considerando os tipos de cuidadores nãoinstitucionais e institucionais, no primeiro, a prevalência foi de 55,7% e, no segundo, de 22,2%. Na análise multivariável, a escolaridade do cuidador apresentou associação limítrofe com o desfecho. As crianças institucionalizadas e as cuidadas por pessoas com melhor escolaridade parecem estar mais protegidas da nãoadesão aos anti-retrovirais.
Contido em Cadernos de saúde pública. Rio de Janeiro. Vol. 23, supl 3 (2007), p. S424-S434
Assunto Saúde pública
[en] Acquired Immunodeficiency Syndrome
[en] Anti-retroviral agents
[en] Child
[en] HIV
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/129227
Arquivos Descrição Formato
000607952.pdf (208.4Kb) Texto completo (inglês) Adobe PDF Visualizar/abrir

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