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Relação da força isocinética dos extensores e flexores de joelho com desempenho de saltos verticais em atletas de voleibol

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Relação da força isocinética dos extensores e flexores de joelho com desempenho de saltos verticais em atletas de voleibol

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Título Relação da força isocinética dos extensores e flexores de joelho com desempenho de saltos verticais em atletas de voleibol
Autor Schons, Pedro
Orientador Peyré-Tartaruga, Leonardo Alexandre
Co-orientador Rosa, Rodrigo Gomes da
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Curso de Educação Física: Bacharelado.
Assunto Joelho
Saltos
Voleibol
Resumo Os testes de salto verticais são amplamente usados nos esportes para identificar parâmetros como a produção de potência nos membros inferiores. Em adição, a dinamometria isocinética é frequentemente realizada para verificar pico de torque, déficit contra lateral e razão convencional de torque entre os músculos quadríceps e isquiotibias. Estes parâmetros podem estar relacionados com o desempenho de saltos em atletas de voleibol. Sendo assim, o objetivo desse estudo foi correlacionar os valores de força isocinética de flexão e extensão de joelho com o desempenho de saltos verticais em atletas de voleibol. Quinze atletas profissionais de voleibol masculino (92,4 ± 9,4 kg de massa corporal, 26,8 ± 6,1 anos de idade, 195,9 ± 6,7 cm de altura e 11,3 ± 1,6 % de gordura) foram avaliados em um dinamômetro isocinético nas velocidades 60, 180 e 300°. s-1. Por meio deste foram obtidos os picos de torque dos flexores e extensores de joelho usados para o cálculo do déficit contralateral e razão convencional. Para a análise dos saltos, foi utilizada uma plataforma de força e realizados saltos com contra movimento (CMJ) e salto agachados sem (SJ) dos quais foram obtidos os dados de força vertical e processados para obtenção de força máxima, pico de velocidade, altura e potência dos saltos. Foram encontradas correlações fortes e regulares significativas entre o pico de torque e a altura dos saltos CMJ (60r=0,591; 180r=0,524;0,637; 300r=0,625; 0,681; 0,789) e SJ (60r=0,615; 180r=0,665; 300r=0,633; 0,632; 0,666) e entre o pico de torque e a força vertical máxima dos saltos CMJ (60r=0,709; 0,541; 180r= 0,771; 0,574; 0,676; 300r=0,820; 0,636; 0,683) e SJ (60r=0,669; 0,764; 180r=0,766; 0,755; 0,822; 300r=0,787; 0,720; 0,629). Com relação aos desequilíbrios musculares, foram observadas algumas correlações para o déficit contralateral e nenhuma para razão convencional. Conclui-se que os valores de força isocinética de joelho, principalmente os de pico de torque, foram significativamente correlacionados com desempenho dos saltos. Entretanto, os desequilíbrios musculares obtidos parecem desempenhar um papel menor no desempenho dos saltos dos atletas de voleibol avaliados neste estudo.
Abstract Vertical jump tests are widely used in sports to identify parameters such as power production of lower limbs. In addition, isokinetic dynamometry is usually performed to verify peak torque, bilateral strength asymmetry and the torque ratio between the hamstring and quadriceps muscles. These parameters could be related with jump performance in volleyball athletes. Therefore, the aim of the present study was to correlate the isokinetic strength values of knee flexion and knee extension with the jump performance in volleyball athletes. Fifteen male professional volleyball athletes (92,4 ± 9,4 kg of body mass, 26,8 ± 6,1 years old , 195,9 ± 6,7 cm of height e 11,3 ± 1,6 % of fat mass) were evaluated using an isokinetic dynamometer at angular velocities of 60º, 180º and 300°s-1. In addition, they performed the counter- movement jump (CMJ) and squat jump (SJ) tests on a force plate to obtain maximal vertical force, peak velocity, height, and jump power. We found strong and moderate coefficients of correlation significant between peak torque and height of jumps CMJ (60r=0,591; 180r=0,524;0,637; 300r=0,625; 0,681; 0,789) and SJ (60r=0,615; 180r=0,665; 300r=0,633; 0,632; 0,666) and peak of torque and maximal vertical force of jumps CMJ (60r=0,709; 0,541; 180r= 0,771; 0,574; 0,676; 300r=0,820; 0,636; 0,683) and SJ (60r=0,669; 0,764; 180r=0,766; 0,755; 0,822; 300r=0,787; 0,720; 0,629). In contrast, no correlations were observed between torque ratio and jump performance. In conclusion, the isokinetic strength values of the knee, mainly the peak torque, showed significant relations with jump performance. However, muscles imbalances seem to play a minor role in jump performance in our volleyball athletes.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/133511
Arquivos Descrição Formato
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