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A imortância da afetividade na educação infantil

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A imortância da afetividade na educação infantil

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Título A imortância da afetividade na educação infantil
Autor Lopes, Honorina Conceição Rozendo
Orientador Gil, Carmem Zeli de Vargas
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Pedagogia: Licenciatura.
Assunto Afetividade
Educação infantil
Resumo Trabalho realizado a partir do Estágio do Curso de Licenciatura em Pedagogia/UFRGS, na Educação Infantil, período de 23/4 a 24/6/10, na Escola Emílio Tarragô Assumpção, Capão da Canoa, versando sobre a importância da afetividade na Educação Infantil. A história da autora tem afinidade com o tema. Particularmente e como aluna, buscou ajuda para superar dificuldades, construindo laços afetivos. Essas trocas fizeram com que situações pudessem ser mais facilmente superadas. Estas vivências fizeram ter um outro olhar para lidar com as pessoas e alunos. A Educação Infantil deve ser um continuar da vida familiar, ficando as crianças sob a guarda de educadores, que devem estar bem preparados para suas necessidades. Este estudo tem como questão a relação da afetividade com a capacidade de desenvolvimento das crianças. Os objetivos são demonstrar que o desenvolvimento cognitivo está intimamente relacionado com o desenvolvimento afetivo e o papel do educador nesse processo. Nas leituras de estudiosos e pensadores, que se dedicam, ou dedicaram, a estudar o comportamento infantil, especialmente na fase da Educação Infantil, aprende-se sobre a importância do desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças nessa fase. Os autores que fundamentam a investigação são Jean Piaget, Paulo Freire e Celso Antunes, defensores da autonomia do aluno no aprendizado e da afetividade nos processos cognitivos. Piaget defendia que a educação deve propiciar ao aluno ser criativo e o professor viabilizar os meios e que, na vida, afetividade e cognição estão associadas. Freire defendia a educação como prática da liberdade, despertar da consciência crítica, situando-se em tempo e espaço, capacidade de questionar formas de educação e aprendizagem. Para ele a escola deve basear o aprendizado no contexto social vivenciado pelo aluno para poder transformá-lo e o educador, deve ter amor pela sua profissão, e carinho por seus alunos. Para alcançar ou obter o conhecimento é preciso que a parte afetiva esteja em consonância. Para Antunes a Educação Infantil é a mais significativa de todas as etapas de aprendizagem escolar e a autoestima se constrói nos primeiros anos da criança, com ajuda de professores capacitados, preparados para atuarem. Defende o aprender brincando e através de jogos, permitindo à criança dar vazão à imaginação, fundamentar afetos e habilidades, desabrochando a cognição e a interação. As reflexões apresentadas apontam que afetividade é inerente ao ser humano e dela depende a capacidade de aprendizagem ou não de cada criança. Quanto ao Professor, deve ter vocação para o magistério, ser um mediador do processo cognitivo e não um transmissor de conhecimentos. Esta pesquisa qualitativa constitui-se estudo de caso, a partir da experiência do Estágio. Os dados foram construídos a partir do Relatório de Estágio, anotações no Diário, reflexões diárias e semanais, observações de aulas e bibliografia consultada. Cada manifestação afetiva tem seu tempo e lugar, como família e escola, sendo determinante da formação do ser humano. Como pedagogos, estudiosos e conhecedores dessa condição de necessidade afetiva na vida da criança, têm-se como obrigação profissional desenvolver planos de aula em que a educação integral seja realidade, transformando esse mundo para melhor.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/141258
Arquivos Descrição Formato
000992219.pdf (231.8Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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