Repositório Digital

A- A A+

Influência da temperatura de cura na resistência à compressão do concreto

.

Influência da temperatura de cura na resistência à compressão do concreto

Mostrar registro completo

Estatísticas

Título Influência da temperatura de cura na resistência à compressão do concreto
Autor Lansini, Bruno
Orientador Dal Molin, Denise Carpena Coitinho
Masuero, Angela Borges
Data 2016
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Civil.
Assunto Engenharia civil
Resumo Sendo um dos materiais mais empregados na construção civil, o concreto é uma grande fonte de estudos tanto em seu estado fresco quanto no estado endurecido. Uma de suas principais variáveis de estudo é a resistência à compressão. Neste trabalho, foi investigada a variação da resistência à compressão do concreto variando sua temperatura de cura. O traço de concreto (fck=40MPa) e os materiais constituintes foram fornecidos por uma construtora a qual está executando uma obra de grande porte na região metropolitana de Porto Alegre, e as temperaturas de cura foram definidas em 5°C, 25°C e 60°C. Para a temperatura de 5°C foi acrescentada uma variável extra: os corpos de prova foram envoltos por uma manta que, de acordo com o fabricante, ajuda a manter o calor do concreto para a ocorrência das reações de hidratação do cimento. Os corpos de provas foram submetidos ao ensaio de resistência à compressão com idade de 16h, 24h, 7 dias e 28 dias. Como ensaio complementar, fez-se a medição da temperatura interna dos corpos de prova nas primeiras 24h com o auxílio de um Field Logger e termopares do tipo K. As resistências à compressão na temperatura de 5°C, com e sem a manta térmica, ficaram muito próximas em todas as idades de ruptura, comparadas entre si, chegando aos 28 dias a apenas 50% da resistência esperada, aproximadamente. Para temperatura de 25°C houve um crescimento gradual ao longo do tempo alcançando, aos 28 dias, resistência acima do esperado. A temperatura mais elevada, 60°C, teve um crescimento acelerado nas primeiras idades, porém, aos 28 dias, uma resistência à compressão menor que a alcançada com temperatura de 25°C. As temperaturas internas dos corpos de prova se estabilizaram próximas a suas temperaturas de cura, observando-se uma queda de temperatura mais lenta no corpo de prova com a manta térmica em relação ao sem a manta, na temperatura de 5°C.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/148756
Arquivos Descrição Formato
001002134.pdf (2.024Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

Este item está licenciado na Creative Commons License

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(ões)


Mostrar registro completo

Percorrer



  • O autor é titular dos direitos autorais dos documentos disponíveis neste repositório e é vedada, nos termos da lei, a comercialização de qualquer espécie sem sua autorização prévia.
    Projeto gráfico elaborado pelo Caixola - Clube de Criação Fabico/UFRGS Powered by DSpace software, Version 1.8.1.