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Controle do câncer do colo de útero: uma análise de dois anos de coleta do exame citopatológico em uma Unidade de Saúde da Família

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Controle do câncer do colo de útero: uma análise de dois anos de coleta do exame citopatológico em uma Unidade de Saúde da Família

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Título Controle do câncer do colo de útero: uma análise de dois anos de coleta do exame citopatológico em uma Unidade de Saúde da Família
Autor Araújo, Priscila Braga de
Orientador Oliveira, Francisco Jorge Arsego Quadros de
Data 2009
Nível Especialização
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Especialização em Saúde Pública.
Assunto Neoplasias do colo do útero
Promoção da saúde
Saúde da mulher
Saúde pública
Resumo Vários estudos têm apontado altas taxas de incidência e mortalidade por câncer de colo de útero e a baixa cobertura do exame de prevenção. Este trabalho teve por objetivo analisar 395 exames citopatológico de colo de útero realizados em mulheres com idade entre 13 e 85 anos usuárias de uma Unidade de Saúde da Família, no Município de Canoas (RS), de julho de 2006 a julho de 2008. Foi determinada a faixa etária, escolaridade, as alterações mais freqüentes e se há relação entre a faixa etária, escolaridade e as alterações dos exames coletados. Na amostra analisada observou-se que 70,9% dos exames apresentaram algum tipo de alteração, seja ela precursora do Câncer de Colo de útero ou não, destas alterações, 26% apresentou Lactobacilo; 29,7% apresentou Cocobacilos; 11,8% apresentou Bacilos Supracitoplasmático/gardnerella vaginalis; 5,7% apresentou Candidíase; 1,2% apresentou trichomonas Vaginalis, sendo 76,46% estando representados pelos tecidos escamoso e glandular. Das alterações cervicas 52,6% da amostra apresentou leucócitos e apenas 0,6% apresentou Lesão Intra Epitelial – NIC I e HPV. Em relação à faixa etária destas mulheres mais de 54% tinham menos de 40 anos e 68,6% do total da amostra apresentaram ensino fundamental incompleto, não estando relacionados as alterações celulares com a idade por todas apresentarem-se na mesma proporção. O estudo propõe práticas capazes de estimularem mulheres com idades acima de 40 anos à realizarem este exame, visto que este é um grupo de maior risco para esta patologia.
Tipo Trabalho de conclusão de especialização
URI http://hdl.handle.net/10183/17949
Arquivos Descrição Formato
000725418.pdf (250.3Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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