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Rastreio cognitivo : deve ser rotina no atendimento médico dos idosos?

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Rastreio cognitivo : deve ser rotina no atendimento médico dos idosos?

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Título Rastreio cognitivo : deve ser rotina no atendimento médico dos idosos?
Autor Cerveira, Maria Otilia
Orientador Chaves, Marcia Lorena Fagundes
Data 2010
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Médicas.
Assunto Cuidados médicos
Idoso
Psicologia
Resumo Atualmente, 1,4 milhões de idosos no Brasil apresentem demência. No entanto, muitas síndromes demenciais passam despercebidas, pois os médicos não suspeitam e, muitas vezes, não as reconhecem mesmo quando há evidências. A importância do diagnóstico no início dos quadros mostra evidência de melhores benefícios. Objetivo: Foi verificar a freqüência de encaminhamento pelo médico assistente ao ambulatório especializado, após a notificação de um rastreio cognitivo positivo Além de verificar a freqüência de prejuízo cognitivo nos pacientes atendidos nesses ambulatórios através do Mini Exame do Estado Mental (MEEM). Material e Método: A amostra deste estudo foi composta por pacientes que aguardavam atendimento em especialidades médicas do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), com idade ≥ 65 anos. Durante 4 meses os pacientes foram submetidos a um questionário com dados demográficos e o MEEM. No atendimento de cada paciente do estudo, o médico assistente recebia o escore do MEEM realizado e uma orientação quanto à necessidade ou não encaminhamento para avaliação cognitiva especializada. Resultado: Dos 619 idosos incluídos, 152 (24%) dos pacientes apresentavam rastreio positivo para prejuízo cognitivo através do MEEM. Desses 152 pacientes, somente 50 (33%) foram encaminhados para uma avaliação diagnóstica no ambulatório especializado. Sendo que 15 (27%) preenchiam critérios para demência. Conclusão: Observou-se uma baixa taxa de encaminhamentos, enquanto que a freqüência de positividade foi similar à observada em outros estudos com pacientes da comunidade, mas menor que nos estudos com pacientes ambulatoriais. Os pacientes idosos podem apresentar prejuízo cognitivo facilmente identificado através de uma rápida avaliação cognitiva, reforçando a aplicação nas avaliações rotineiras. O rastreio cognitivo detectou quadros demenciais não suspeitos e não diagnosticados previamente.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/21436
Arquivos Descrição Formato
000737871.pdf (206.1Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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