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Efeito do treinamento de pólo aquático sobre o pico de luxo expiratório em atletas asmáticos e não asmáticos : um estudo de caso

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Efeito do treinamento de pólo aquático sobre o pico de luxo expiratório em atletas asmáticos e não asmáticos : um estudo de caso

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Título Efeito do treinamento de pólo aquático sobre o pico de luxo expiratório em atletas asmáticos e não asmáticos : um estudo de caso
Autor Kalinoski, Guilherme
Orientador Castro, Flavio Antonio de Souza
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Curso de Educação Física: Licenciatura.
Assunto Polo aquatico
Resumo Pico de Fluxo Expiratório (PFE) é uma medida espirométrica que avalia a velocidade com que o ar é expelido dos pulmões e utilizado para o diagnóstico e monitoramento da asma, do broncoespasmo induzido por exercício (BIE), e na avaliação da resposta ao treinamento físico. Dentre os esportes, a natação tem sido considerada como o exercício menos asmogênico, quando comparada à corrida ou ao ciclismo. Pólo aquático é um esporte que utiliza predominantemente a natação como forma de deslocamento. Porém, é um esporte coletivo, de contato e intermitente. O objetivo geral deste estudo foi verificar se o pólo aquático, assim como a natação, seria um esporte indicado para o tratamento e controle da asma e do BIE. O método de abordagem foi de acompanhamento de casos, avaliando qualitativamente a resposta do treinamento de pólo aquático sobre o Pico de Fluxo Expiratório, ao longo de 10 semanas de treinamento, com três sessões semanais de uma hora e meia cada. Participaram quatro jogadores da equipe de pólo aquático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul: dois asmáticos e dois não asmáticos. O PFE foi mensurado utilizando um Peak-Flow Meter (Debitrômetro). O protocolo da mensuração do PFE foi realizado em dois momentos, um ao inicio do período de treinamento, e outro ao final das dez semanas. Consistiu de cinco mensurações do PFE: pré-exercício, e quatro pós-exercício: imediatamente após o esforço, 5, 10 e 20 mim após seu término. O protocolo de exercício foi constituído de quatro séries 25 m de crawl pólo, mais trinta segundos de eggbeater, com intervalo de 30 s entre as séries. Os valores do PFE foram avaliados individualmente, comparando os valores pós e pré-período de treinamento, se houve um aumento ou diminuição do PFE após as 10 semanas. Em todos os casos, observou-se uma queda dos valores do PFE pré-exercício comparando as medidas pré-treinamento e pós-treinamento. Nos asmáticos houve a manifestação do BIE nas medidas pós-treino, o que não ocorreu nas medidas prétreino. Já nos não asmáticos houve melhoras do PFE apenas para o atleta que joga na linha, diferentemente do atleta que joga no gol, cujos valores do PFE tiveram queda entre as medidas pré e pós-treinamento. Concluiu-se que, diferentemente da natação, o pólo aquático parece não ser indicado para o tratamento e manutenção da asma e do BIE em asmáticos, pois houve queda dos valores do PFE. E em não asmáticos que jogam na linha, foi observado um aumento dos valores do PFE.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/27727
Arquivos Descrição Formato
000766282.pdf (130.7Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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