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Ação de profissionais não médicos com formação acadêmica na assistência ao parto

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Ação de profissionais não médicos com formação acadêmica na assistência ao parto

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Título Ação de profissionais não médicos com formação acadêmica na assistência ao parto
Autor Silva, Joseane Nascimento da
Orientador Weissheimer, Anne Marie
Data 2011
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Enfermagem obstétrica
Obstetriz
Resumo A assistência ao parto no Brasil é prestada, em sua maioria, pela hegemonia médica nos hospitais. As enfermeiras ainda são pouco atuantes, mas têm ganhado o reconhecimento do governo e da Organização Mundial de Saúde (OMS) por verem o parto como um evento natural. O presente estudo é exploratório, do tipo pesquisa bibliográfica, que pretendeu conhecer, descrever e comparar a atuação dos diferentes profissionais não médicos e com formação acadêmica que atendem ao parto na Holanda, nos Estados Unidos, na Inglaterra e no Brasil. A partir dos dados coletados, podemos perceber que existem diferenças e semelhanças entre os países pesquisados em relação ao sistema de saúde, formação dos profissionais e assistência obstétrica. O processo de formação dos profissionais graduados e não médicos que atendem ao parto nos Estados Unidos e Brasil forma dois tipos de profissionais, as obstetrizes e as enfermeiras obstétricas, já na Holanda e na Inglaterra apenas há as obstetrizes. Holanda e a Inglaterra são os países em que os profissionais não médicos fundamentalmente prestam assistência ao parto sem complicações e atuam de acordo com os preceitos da OMS, pois priorizam a fisiologia do parto; nos Estados Unidos e no Brasil a inserção de profissionais não médicos se dá de diferentes formas e abrangências, mas a atuação é centrada no profissional e nas intervenções. Ao comparar esses três países com o Brasil, constata-se que ainda temos que melhorar muito os cuidados ao parto, já que, atualmente, a assistência no nosso país prioriza o intervencionismo e a medicalização, além de desvalorizar qualquer profissional que não seja médico.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/35958
Arquivos Descrição Formato
000816494.pdf (626.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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