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Crescimento inicial e sobrevivência de espécies florestais nativas em reflorestamento de mata ciliar, no Município de Maquiné, RS

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Crescimento inicial e sobrevivência de espécies florestais nativas em reflorestamento de mata ciliar, no Município de Maquiné, RS

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Título Crescimento inicial e sobrevivência de espécies florestais nativas em reflorestamento de mata ciliar, no Município de Maquiné, RS
Outro título Growth and survival of native species in reforestation of riparian vegetation in Maquiné, RS
Autor Poester, Gabriel Collares
Orientador Brack, Paulo
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Bacharelado.
Assunto Maquiné, Rio, Bacia (RS)
Recuperação florestal
[en] Degraded areas
[en] Planting
[en] Restoration ecology
[en] Riparian zone
[en] Tree species
Resumo O presente estudo insere‐se no escopo do projeto Recuperação de Áreas Degradadas da sub‐bacia do Rio Maquiné, executado pela ONG Ação Nascente Maquiné (ANAMA). Objetivou‐se comparar a taxa de sobrevivência e o crescimento inicial de 16 espécies arbóreas nativas do Rio Grande do Sul, plantadas em áreas de mata ciliar degradada. As espécies avaliadas foram: Cocão (Erythroxylum argentinum), Guajuvira (Cordia americana), Timbaúva (Enterolobium contortisiliquum), Ingá feijão (Inga marginata), Aracá, (Psidium cattleyanum), Rabo de bugio (Lonchocarpus cultratus), Fedegoso (Senna pendula), Açoita cavalo (Luehea divaricata), Cedro (Cedrela fissilis), Guabiroba (Campomanesia xanthocarpa), Cerejeira (Eugenia involucrata), Pau alazão (Eugenia multicostata), Pitanga (Eugenia uniflora), Chal‐chal (Allophylus edulis), Tarumã‐branco (Citharexylum myrianthum) e Araticum (Anona sylvatica). Foram tomadas medidas de altura (H) e diâmetro ao nível do solo (DNS) 30 dias após o plantio em campo e depois de 240 dias, onde foram também contabilizados indivíduos sobreviventes. Houve diferença entre o crescimento das espécies, sendo a de maior crescimento Enterolobium contortisiliquum e as de menor Eugenia involucrata e Eugenia multicostata. As taxas de sobrevivência foram altas, a média geral ficou em 94% no período avaliado. Foi observado o maior crescimento nas espécies da família Fabaceae. Os resultados demonstram que plantios biodiversos, com espécies de todos os grupos ecológicos, é recomendado para restauração ecológica.
Abstract The present study is part of the project Restauração de áreas degradadas da sub‐bacia do Rio Maquiné, run by the NGO Ação Nascente Maquiné (Anama). The objective was to compare the survival and early growth of 16 native species of Rio Grande do Sul, planted in degraded riparian areas. The species were: Cocão (Erythroxylum argentinum) Guajuvira (Cordia americana), Timbaúva (Enterolobium contortisiliquum), Ingá feijão (Inga marginata), Araçá (Psidium cattleianum,Rabo de Bugio (Lonchocarpus cultratus), Fedegoso (Senna pendula) , Açoita cavalo (Luehea divaricata), cedro (Cedrela fissilis) Guabiroba (Campomanesia xanthocarpa), Cerejeira (Eugenia involucrata), Pau Alazão (Eugenia multicostata), Pitanga (Eugenia uniflora), Chal‐chal (Allophylus edulis), Tarumã Branco (Citharexylum myrianthum) and Araticum (Anona sylvatica). Measures have been taken high (H) and diameter at ground level (DNS) 30 days after planting in the field and after 240 days, when were also recorded individuals survivors. There was difference between the growth of the species, being the fastest growing Enterolobium contortisiliquum and lower Eugenia multicostata and Eugenia involucrata. Survival rates were high, the overall average was 94% during the period evaluated. We observed the greatest increase in species of the family Fabaceae. The results show that biodiverse plantings, with all kinds of ecological succession groups, is recommended for ecological restoration.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/54441
Arquivos Descrição Formato
000855875.pdf (2.379Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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