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O primeiro Governo Vargas na perspectiva do desenvolvimento derivado

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O primeiro Governo Vargas na perspectiva do desenvolvimento derivado

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Título O primeiro Governo Vargas na perspectiva do desenvolvimento derivado
Autor Marchon, Rafael Dornelles
Orientador Fonseca, Pedro Cezar Dutra
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Ciências Econômicas. Curso de Ciências Econômicas.
Assunto Brasil
Desenvolvimento econômico
Desenvolvimento industrial
Governo Getúlio Vargas : 1930-1945
Industrialização
Política econômica
[en] Brazilian economy
[en] Economic development
[en] Industrialization
[en] Schumpeter, Joseph Alois
Resumo O trabalho busca analisar a atuação do 1° Governo Vargas (1930-45) no processo de desenvolvimento econômico brasileiro. A análise deste período apresenta vários pontos polêmicos. O primeiro refere-se à posição defendida por Villela e Suzigan (1973) e Peláez (1971) que interpreta a política do Governo Vargas como sendo a mera reprodução dos postulados das políticas de austeridade cambial e monetária, vigentes na Republica Velha, voltados ao controle das contas públicas, da emissão de moeda, e da política cambial voltada à defesa dos interesses do setor exportador. O segundo ponto polêmico refere-se à visão clássica defendida por Furtado (1972), que admite o fato de o Governo Vargas ter sido responsável pela mudança qualitativa no desenvolvimento econômico brasileiro, mas enfatiza a utilização de políticas monetária e cambial como principais instrumentos adotados pelo governo para superar a crise, e interpreta o desenvolvimento industrial como sendo apenas um “subproduto” dessas políticas. Este trabalho defende a posição de Fonseca (2003), segundo a qual, embasada na teoria schumpeteriana de desenvolvimento econômico, o desenvolvimento industrial foi consciente. O Governo Vargas, ao modificar o fluxo circular de renda, oferece um exemplo claro de desenvolvimento econômico baseado na destruição criadora de Schumpeter.
Abstract The paper seeks to analyze the performance of the 1st Vargas government (1930-45) in the process of economic development in Brazil. The analysis of this period presents several controversial points. The first point refers to the position advocated by Villela and Suzigan (1973) and Peláez (1971) that interprets the Government's policy Vargas as the mere reproduction of the postulates of austerity policies and monetary exchange rate, prevailing in the Old Republic, focused on the control public accounts, issuing currency, and exchange rate policy aimed at protecting the interests of the export sector. The second controversial point concerns the classical view advocated by Furtado (1972), which admits the fact the Government Vargas have been responsible for qualitative change in the Brazilian economy. But it emphasizes the use of monetary and exchange rate as the main instruments used by the government to overcome the crisis, and interprets industrial development as merely a "byproduct" of these policies. This paper defends the position of Fonseca (2003), according to which, based on Schumpeterian theory of economic development, industrial development was conscious. The Vargas Government, to modify the circular flow of income, provides a clear example of economic development based on Schumpeter’s creative destruction.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/69984
Arquivos Descrição Formato
000875731.pdf (384.1Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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