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Acompanhamento terapêutico como dispositivo da reforma psiquiátrica : considerações sobre o setting

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Acompanhamento terapêutico como dispositivo da reforma psiquiátrica : considerações sobre o setting

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Título Acompanhamento terapêutico como dispositivo da reforma psiquiátrica : considerações sobre o setting
Autor Cabral, Károl Veiga
Orientador Freitas, Lia Beatriz de Lucca
Co-orientador Paulon, Simone Mainieri
Data 2005
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional.
Assunto Acompanhamento terapêutico
Processos psicoterapêuticos
Psicanálise
Reforma dos serviços de saúde
Saúde mental
Setting (psicanálise)
Resumo Este trabalho estuda uma modalidade de atenção em saúde denominada acompanhamento terapêutico, que é importante ferramenta para o tratamento de sujeitos psicóticos e útil para a Reforma Psiquiátrica. Estuda-se o setting do AT, a fim de estabelecer uma relação possível entre os conceitos psicanalíticos e as singularidades que esta modalidade propõe, problematizando-as através dos seguintes conceitos: dispositivo, acaso/acontecimento e cidade. Busca-se algumas respostas às seguintes questões: Como se estabelece uma relação que propicie o surgimento de um encontro entre acompanhante e acompanhado? No acompanhamento terapêutico como poderíamos pensar um início de tratamento? O que de fato ocorre ou precisa acontecer? O que significa isto do ponto de vista da psicanálise e considerando que estamos trabalhando com sujeitos psicóticos? Qual o espaço de trabalho, ou melhor dizendo, o setting do AT? Que conceitos estão em jogo nesse setting. Podemos nos apoiar nas descobertas freudianas ainda que o setting seja sabidamente diferente? Que problemas isso acarreta desde o ponto de vista técnico? A metodologia é o estudo de caso único. Utiliza-se como fonte os registros de um atendimento, entrevistas e o material escrito produzido pelo próprio sujeito acompanhado. Escolheu-se cenas ilustrativas do caso atendido vinculando-as à teorização apresentada. Entende-se o acompanhamento terapêutico como importante dispositivo clínico e político do processo da Reforma Psiquiátrica. O acompanhante terapêutico é um agente que transita entre os espaços de tratamento (o dentro) e os demais espaços sociais (o fora) com uma visão desinstitucionalizante e com o objetivo de auxiliar os sujeitos a ressignificarem seu lugar social.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/7429
Arquivos Descrição Formato
000544246.pdf (468.7Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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