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Comparação entre métodos de determinação da carga e de velocidade de execução do treinamento de força nas adaptações neuromusculares e no desempenho de capacidades funcionais em mulheres idosas : ensaio clínico randomizado

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Comparação entre métodos de determinação da carga e de velocidade de execução do treinamento de força nas adaptações neuromusculares e no desempenho de capacidades funcionais em mulheres idosas : ensaio clínico randomizado

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Título Comparação entre métodos de determinação da carga e de velocidade de execução do treinamento de força nas adaptações neuromusculares e no desempenho de capacidades funcionais em mulheres idosas : ensaio clínico randomizado
Autor Tiggemann, Carlos Leandro
Orientador Kruel, Luiz Fernando Martins
Data 2013
Nível Doutorado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano.
Assunto Treinamento de força
Resumo Objetivo: determinar e comparar as respostas neuromusculares e funcionais em mulheres idosas, entre treinamento de força (TF) tendo suas cargas determinadas por meio de percentual de uma repetição máxima (%1RM) ou pela percepção de esforço (PE) (estudo 1), e por meio de diferentes velocidades de execução, sendo uma tradicional e outra máxima, ambas prescritas pela PE (estudo 2). Métodos: o estudo caracteriza-se como um ensaio clínico randomizado. 37 mulheres idosas (60 – 75 anos), aparentemente saudáveis e não praticantes de TF, foram divididas em três grupos experimentais: grupo de TF com cargas determinadas pelo %1RM com velocidade tradicional de execução (2 segundos para cada fase de contração) (n = 12); grupo TF com cargas determinadas pela PE com velocidade tradicional (n = 13); e grupo de TF com cargas determinadas pela PE e velocidade máxima de execução (n = 12). Após duas sessões de familiarização e uma de caracterização, os grupos foram submetidos ao TF por 12 semanas, com frequência semanal de 2 sessões. O TF consistiu na realização de 5 exercícios (3 membros inferiores e 2 membros superiores), 2 a 3 séries, 8 a 15 repetições, 45 a 70% de 1RM ou índices de percepção de esforço (IEP) de 13 a 18 (Escala RPE de Borg), conforme o microciclo e grupo de treinamento. As avaliações neuromusculares foram constituídas de testes de 1RM, de repetições máximas, de saltos (agachado e contramovimento) e da taxa de produção de força, enquanto que o desempenho funcional foi avaliado por meio dos testes de velocidade de caminhada, de subir degraus, de sentar e levantar, timed up and GO e caminhada de 6 minutos. A comparação entre os grupos durante o estudo foi realizadas através da análise de variância para medidas repetidas com fator grupo, e em caso de interação, o desdobramento foi realizado para análise individual dos efeitos principais, sendo utilizado o pacote estatístico SPPS v.18 ( = 0,05). Resultados: os principais resultados demonstram que não existem diferenças nas adaptações neuromusculares (força máxima, força resistente e potência) entre treinamentos de força prescritos por %1RM e pela PE, sendo ambos efetivos; não existem diferenças nas adaptações neuromusculares (força máxima, taxa de produção de força e potência) entre treinamentos de força realizados em velocidade de execução tradicional e máxima, sendo ambos efetivos; não existem diferenças no desempenho de capacidades funcionais entre treinamentos de força realizados em velocidade de execução tradicional e máxima, sendo ambos efetivos. Conclusão: o treinamento de força prescrito pela percepção de esforço em mulheres idosas, é efetivo nas adaptações neuromusculares e no desempenho das capacidades funcionais. A velocidade de execução utilizada, seja ela tradicional ou máxima, não representa um fator diferencial nas respostas adaptativas estudadas.
Abstract Objective: To determine and compare the functional and neuromuscular responses in elderly women, between strength training (ST) with their load chosen through certain percentage of one repetition maximum (%1RM) or perceived exertion (PE) (study 1) and by using different execution speeds, one being a traditional and another maximum speed, both prescribed by PE (study 2). Methods: The study is characterized as a randomized controlled trial. 37 older women (60 - 75 years), apparently healthy and non-practitioners of ST were divided in three groups: ST group with loads determined by %1RM with traditional velocity (2 s for each contraction phase) (n = 12), ST group with loads determined by PE with traditional velocity (n = 13) and ST group with loads determined by PE and maximum velocity (n = 12). The groups were submitted to the ST for 12 weeks, with 2 sessions by week. The ST consisted of 5 exercises (3 for lower and 2 for upper limbs), 2 to 3 sets, 8-15 reps, 45-70%1RM or rating of perceived exertion (RPE) from 13-18 (RPE Scale Borg), as according to the microcycle and group of training. The evaluations corresponded to neuromuscular tests of 1RM, maximum repetitions, jumps (squat and countermovement) and rate of force development, whereas functional performance was evaluated by means of tests of speed walking, climbing stairs, to chair rise time, timed up and GO and 6-minute walk. The effects of training and between groups comparison was tested by repeated measures analysis of variance with group factor e statistical package SPPS v.18.0 was used for all analysis ( =0.05). Results: The main findings of the study show that there are no differences in neuromuscular adaptations (maximal, endurance and power strength) between ST prescribed by %1RM and PE, being both prescriptions effective. In addition, there are no differences in neuromuscular adaptations (maximal force, rate of force development and power) between ST performed in traditional and maximum velocity, being both effective. Moreover, there are no differences in the performance of functional capabilities between performed in traditional execution speed and maximum, both being effective. Conclusion: ST prescribed by PE in older women is effective in the neuromuscular adaptations and performance of functional capabilities. The velocity of motion used, traditional or maximum, do not represent a differential factor in the adaptive responses studied.
Tipo Tese
URI http://hdl.handle.net/10183/77197
Arquivos Descrição Formato
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