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Poética clássica e estética : de Platão a Baudelaire

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Poética clássica e estética : de Platão a Baudelaire

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Título Poética clássica e estética : de Platão a Baudelaire
Autor Martins, Gabriel Villamil
Orientador Zilberman, Regina
Data 2013
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Curso de Letras: Português e Francês: Licenciatura.
Assunto Aristóteles, 384-322 A.C. Poetica = Poética
Beleza
Crítica de arte
Estética : História
Estética clássica
Estética grega
Estética moderna
Platão, 427-347 A.C. Gorgias = Górgias
Platão, 427-347 A.C. Respublica = A República
Poética clássica
Teoria literária
[fr] Art
[fr] Beauté
[fr] Esthétique
[fr] Esthétique classique
[fr] Esthétique moderne
[fr] Littérature
[fr] Modernité
[fr] Philosophie
[fr] Poétique
Resumo Pretende-se apresentar um panorama da história da estética. Desde a Antiguidade, através da leitura de diálogos de Platão (Górgias e A república) e da Poética de Aristóteles, até a estética moderna, através da apresentação do texto Le peintre de la vie moderne, da autoria de Charles Baudelaire. Da estética clássica, analisam-se, sobretudo, os conceitos de mimesis e catarse, conforme a ordem em que aparecem nas obras de Platão e Aristóteles. A seguir, o período compreendido entre os séculos IV e XVIII é examinado a partir da apresentação sumária, feita por Edgar Roberto Kirchof em A estética antes da estética, das teses filosóficas centrais de Agostinho, Tomás de Aquino, John Locke e Alexander Gottlieb Baumgarten, considerado o fundador da disciplina da estética. Conclui-se com o estudo da crítica de arte de Charles Baudelaire e sua teoria racional e histórica do belo, que acabam por determinar uma nova significação ao termo “modernidade”, conforme se verifica em Le peintre de la vie moderne, em que Baudelaire critica a obra do pintor Constintin Guys. Pretende-se, assim, definir o que é a beleza para cada um dos autores, como tem sido interpretada através da história e qual o lugar da estética como disciplina cujo objeto é o belo.
Résumé Ce travail a pour but la présentation d’un panorama de l’histoire de l’esthétique. Dès l’Antiquité, par moyen de la lecture de quelques dialogues de Platon (Gorgias et La république) et de la Poétique d’Aristote, jusqu’à l’esthétique moderne, par moyen de la présentation du texte Le peintre de la vie moderne, écrit par Charles Baudelaire en 1863. De l’esthétique classique sont analysés surtout les concepts de mimesis et catharsis, selon l’ordre qu’ils apparaissent dans les oeuvres de Platon et Aristote. Puis, la période comprise entre les siècles IV et XVIII est examinée à partir de la présentation sommaire, réalisée par Edgar Roberto Kirchof dans A estética antes da estética, des thèses philosophiques centrales chez Augustin, Thomas d’Aquin, John Locke et Alexander Gottlieb Baumgarten, considéré le fondateur de la discipline de l’esthétique. On conclut le travail avec l’étude de la critique d’art de Charles Baudelaire et sa théorie rationnelle et historique du beau, qui finissent pour donner une nouvelle signification au terme « modernité », comme il est possible de vérifier dans Le peintre de la vie moderne, où Baudelaire critique l’oeuvre du peintre Constintin Guys. On entend, alors, définir ce que c’est la beauté pour chacun des auteurs, comment elle est interprétée à travers l’histoire et quelle est la place de l’esthétique conçue comme discipline dont l’objet est le beau.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/79033
Arquivos Descrição Formato
000900868.pdf (3.050Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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