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Avaliação tomográfica da formação óssea após técnica Collares de gengivoperiosteoplastia em pacientes com fissura labiopalatina

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Avaliação tomográfica da formação óssea após técnica Collares de gengivoperiosteoplastia em pacientes com fissura labiopalatina

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Título Avaliação tomográfica da formação óssea após técnica Collares de gengivoperiosteoplastia em pacientes com fissura labiopalatina
Autor Tovo, Aline Hanke Stern
Orientador Collares, Marcus Vinicius Martins
Co-orientador Prietsch, José Renato
Data 2012
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Cirúrgicas.
Assunto Cirurgia
Fenda labial
Fissura palatina
Gengivoplastia
Tomografia computadorizada de feixe cônico
Resumo literatura carece de parâmetros de avaliação do sucesso de neoformação óssea nas fissuras labiopalatinas submetidas ao procedimento de gengivoperiosteoplastia utilizando tomografia de feixe cônico. O objetivo deste estudo foi avaliar transversalmente uma coorte de 25 pacientes submetidos à Técnica Collares de gengivoperiosteoplastia primária, quanto ao desfecho de irrupção dentária funcional e formação óssea na região da fenda, na faixa etária de seis a onze anos. Foram incluídos neste estudo pacientes com fissura unilateral completa, não-sindrômicos, livres de comorbidades, com caninos permanentes ainda não-irrompidos, operados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Realizou-se um delineamento intragrupo de série temporal onde o próprio paciente serviu como seu controle no momento da avaliação dos efeitos do tratamento. Por meio de uma metodologia inovadora, utilizou-se um software capaz de reconstruir dois blocos tridimensionais – um do lado fissurado e outro do lado não-fissurado – o que possibilitou a comparação da quantidade de osso presente na área do defeito alveolar. Dos 25 pacientes submetidos à técnica, 24 obtiveram formação de ponte óssea. O lado fissurado apresentou 75,1% (67,9-82,3) do volume ósseo do lado não-fissurado, 70,5% (53,1-87,9) da altura do lado não-fissurado e 63,3% (44,1-82,5) da espessura do lado não-fissurado. Foi constatada uma formação óssea 17,28% menor nos pacientes com agenesia de incisivo lateral permanente. Conclui-se que a Técnica Collares de gengivoperiosteoplastia apresenta um bom desempenho quanto à reabilitação óssea alveolar, permitindo a irrupção espontânea dos incisivos laterais decíduos e permanentes na ponte óssea formada.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/87177
Arquivos Descrição Formato
000910299.pdf (3.778Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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