Repositório Digital

A- A A+

Avaliação do lactato sérico, da saturação venosa central de oxigênio e da diferença venosa-arterial de dióxido de carbono na predição da mortalidade em pacientes vítimas da síndrome pós-parada cardiorrespiratória

.

Avaliação do lactato sérico, da saturação venosa central de oxigênio e da diferença venosa-arterial de dióxido de carbono na predição da mortalidade em pacientes vítimas da síndrome pós-parada cardiorrespiratória

Mostrar registro completo

Estatísticas

Título Avaliação do lactato sérico, da saturação venosa central de oxigênio e da diferença venosa-arterial de dióxido de carbono na predição da mortalidade em pacientes vítimas da síndrome pós-parada cardiorrespiratória
Autor Riveiro, Diego Fontoura Mendes
Orientador Vieira, Silvia Regina Rios
Co-orientador Brauner, Janete Salles
Data 2014
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde: Cardiologia e Ciências Cardiovasculares.
Assunto Ácido láctico
Dioxido de carbono
Mortalidade
Parada cardíaca
Ressuscitação cardiopulmonar
Resumo Introdução: Os marcadores de hipoperfusão e disóxia tecidual predizem a mortalidade em pacientes sépticos, traumatizados e queimados. O presente estudo avaliou a capacidade do lactado sérico, da saturação venosa central (ScvO2) e da diferença venosa-arterial de dióxido de carbono (GapCO2) na predição da mortalidade da síndrome pós-parada cardiorrespiratória (pós-PCR). Método: Estudo observacional prospectivo. Avaliação seriada do lactato, da depuração do lactato (Clac), do GapCO2 e da ScvO2 nas primeiras 72hs pós-PCR. Considerando o nível de significância estatística um p-valor < 0,05, bicaudal, com intervalo de confiança de 95% estimando um poder de 80%. Resultados: Foram alocados 54 pacientes, média de idade 63,4+14,9 anos dos quais 61,1% eram homens. A PCR foi intra-hospitalar em 94,4% e extra-hospitalar em 5,6% dos casos. PCR por ritmo não-chocável ocorreu em 68,5% dos eventos. No geral a mediana de tempo de retorno à circulação espontânea foi de 8,5 [5-15] minutos. SAPS3 82+16,5 com mortalidade de 75,9% em 28 dias. Entre os marcadores utilizados apenas o lactato, a partir da 6ª hora, e o Clac, em 6, 12 e 24hs, foram associados à mortalidade em 28 dias produzindo uma área sobre a curva ROC de 0,797 (lactato 6ª hora) e 0,717 (Clac 6hs). Em relação à mortalidade em 24 e 72hs, novamente, apenas o lactato e o Clac foram associados ao desfecho. Conclusão: O lactato sérico e o Clac foram superiores à ScvO2 e ao GapCO2 na predição da mortalidade da síndrome pós-PCR.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/88321
Arquivos Descrição Formato
000913084.pdf (911.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

Este item está licenciado na Creative Commons License

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(ões)


Mostrar registro completo

Percorrer



  • O autor é titular dos direitos autorais dos documentos disponíveis neste repositório e é vedada, nos termos da lei, a comercialização de qualquer espécie sem sua autorização prévia.
    Projeto gráfico elaborado pelo Caixola - Clube de Criação Fabico/UFRGS Powered by DSpace software, Version 1.8.1.