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Teorias de crises e o cenário dos ativos imobiliários brasileiros

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Teorias de crises e o cenário dos ativos imobiliários brasileiros

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Título Teorias de crises e o cenário dos ativos imobiliários brasileiros
Autor Bracagioli, Leonardo Tcherkezian
Orientador Lima, Antonio Ernani Martins
Data 2015
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Ciências Econômicas. Curso de Ciências Econômicas.
Assunto Economia
[en] Brazilian real estate assets
[en] Crisis theories
[en] Real estate bubbles
Resumo O trabalho avalia o cenário imobiliário brasileiro, em virtude da alta acentuada de preços dos imóveis presenciada na última década, com o objetivo de identificar se o país vive ou não uma bolha imobiliária. Para isso, são analisadas teorias de economistas que estudaram crises em suas épocas e identificaram requisitos para formação de bolhas de ativos e consequentes crises. O foco do estudo foi em John Stuart Mill e Hyman Minsky. Subsequentemente, foram estudadas duas bolhas imobiliárias que ocorreram em grandes economias nas últimas décadas, Japão na década de 1980 e Estados Unidos na década de 2000. No estudo dessas ocorrências do Japão e dos Estados Unidos tenta-se identificar fatores em comum ocorridos, para posterior verificação se estão presentes no Brasil. Após essas análises e identificação das condições necessárias, sejam nas teorias, sejam na economia real, para formação de bolhas de ativos, são estudados eventos e indicadores do setor de imóveis e macroeconômicos do país para chegar a um resultado se o país vivencia uma bolha de preços nos ativos imobiliários ou não. Como resultado das análises das teorias de Minsky e Mill sobre crises, as bolhas imobiliárias do Japão e Estados Unidos e análise do cenário do setor imobiliário brasileiro, entende-se que o país não vivencia uma bolha imobiliária, justificado por não estarem presentes alguns fatores chaves para a sua ocorrência.
Abstract O trabalho avalia o cenário imobiliário brasileiro, em virtude da alta acentuada de preços dos imóveis presenciada na última década, com o objetivo de identificar se o país vive ou não uma bolha imobiliária. Para isso, são analisadas teorias de economistas que estudaram crises em suas épocas e identificaram requisitos para formação de bolhas de ativos e consequentes crises. O foco do estudo foi em John Stuart Mill e Hyman Minsky. Subsequentemente, foram estudadas duas bolhas imobiliárias que ocorreram em grandes economias nas últimas décadas, Japão na década de 1980 e Estados Unidos na década de 2000. No estudo dessas ocorrências do Japão e dos Estados Unidos tenta-se identificar fatores em comum ocorridos, para posterior verificação se estão presentes no Brasil. Após essas análises e identificação das condições necessárias, sejam nas teorias, sejam na economia real, para formação de bolhas de ativos, são estudados eventos e indicadores do setor de imóveis e macroeconômicos do país para chegar a um resultado se o país vivencia uma bolha de preços nos ativos imobiliários ou não. Como resultado das análises das teorias de Minsky e Mill sobre crises, as bolhas imobiliárias do Japão e Estados Unidos e análise do cenário do setor imobiliário brasileiro, entende-se que o país não vivencia uma bolha imobiliária, justificado por não estarem presentes alguns fatores chaves para a sua ocorrência.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/140339
Arquivos Descrição Formato
000986804.pdf (1.570Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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