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Indicadores de adiposidade corporal na estimativa de risco coronariano em pacientes com Diabetes Melito tipo 2

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Indicadores de adiposidade corporal na estimativa de risco coronariano em pacientes com Diabetes Melito tipo 2

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Título Indicadores de adiposidade corporal na estimativa de risco coronariano em pacientes com Diabetes Melito tipo 2
Autor Tonding, Simone Frederico
Orientador Almeida, Jussara Carnevale de
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Nutrição.
Assunto Adiposidade
Antropometria
Diabetes mellitus
Doenças cardiovasculares
Obesidade
Resumo Fundamentos: Indicadores de adiposidade corporal têm sido apontados como bons preditores de risco cardiovascular na população geral. Entretanto, as evidências são escassas em pacientes com Diabetes Melito (DM) tipo 2, nos quais a doença cardiovascular é a principal responsável pela redução da sobrevida. Objetivo: Avaliar o desempenho dos pontos de corte de diferentes indicadores de adiposidade corporal na estimativa de risco coronariano em pacientes com DM tipo 2. Métodos: Estudo transversal envolvendo pacientes com DM tipo 2 atendidos em ambulatório de atenção terciária submetidos à avaliação antropométrica e laboratorial para cálculo do risco coronariano (fatal e não fatal) em cinco e dez anos a partir do Escore UKPDS risk engine e dos indicadores de adiposidade corporal: índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura (CC), razão cintura/quadril (RCQ), razão cintura/estatura (RCE), índice de conicidade (ICO) e produto de acumulação lipídica (LAP). Análise de sensibilidade (SS) e especificidade (EP), a partir da curva ROC (Receiver Operating Characteristic), foi realizada a fim de determinar os melhores pontos de corte (ponto de equilíbrio entre maior SS e EP >50%) dos indicadores de adiposidade na estimativa de risco coronariano. Resultados: Foram estudados 420 pacientes com DM tipo 2 (53,5% mulheres), com idade de 61,9 ± 9,5 anos, IMC de 28,8 ± 4,3kg/m2, tempo de DM de 10,0 (6,0-17,0) anos e A1c de 7,6 ± 1,6 %. Nas mulheres, tanto o ICO como o LAP tiveram um bom desempenho para estimar risco de doença arterial coronariana (DAC) fatal e não fatal em cinco e dez anos, no entanto, o melhor indicador em curto prazo foi o LAP (ponto de corte = 76,90; SS = 100,0%; EP = 61,5%) para ambos os desfechos, e em longo prazo foi o ICO (ponto de corte = 1,37; SS = 64,0%; EP = 61,4% para DAC não fatal, e ponto de corte = 1,37; SS = 71,0%; EP = 60,0% para DAC fatal). Nos homens, o melhor indicador na estimativa de risco de DAC em cinco anos foi a RCQ (ponto de corte = 1,02; SS = 63,6%; EP = 56,4%) e para DAC fatal e não fatal em dez anos foi ICO (ponto de corte = 1,33; SS = 71,3%; EP = 53,6%; e 1,34; SS= 67,6%; EP = 50,0%, respectivamente), embora o LAP também tenha apresentado bom desempenho em longo prazo. Conclusões: Nas mulheres com DM tipo 2 o LAP apresentou melhor desempenho na estimativa de risco de DAC a curto prazo e o ICO em longo prazo. Nos homens a RCQ teve melhor desempenho em curto prazo e o ICO em longo prazo.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/28351
Arquivos Descrição Formato
000770023.pdf (643.0Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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