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Efeitos do treino de força na qualidade muscular em mulheres idosas

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Efeitos do treino de força na qualidade muscular em mulheres idosas

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Título Efeitos do treino de força na qualidade muscular em mulheres idosas
Autor Mees, Gabriela Klein
Orientador Pinto, Ronei Silveira
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Curso de Educação Física: Licenciatura.
Assunto Musculação
Terceira idade : Exercicios fisicos
Resumo O envelhecimento está associado a um progressivo declínio da força muscular decorrente do processo de sarcopenia. Estes efeitos são maiores em mulheres idosas, por motivos hormonais e um menor padrão de atividade física do que os homens. O déficit na arquitetura muscular leva a mudanças nas atividades de vida diária (AVDs) desses indivíduos. A qualidade muscular se refere à força por unidade de massa muscular treinada, e fornece uma estimativa da contribuição da hipertrofia do músculo e dos fatores neuromusculares às mudanças na força. Constituinte em uma avaliação muito importante para indivíduos idosos, já que a perda na qualidade muscular parece estar relacionada à diminuição nas capacidades funcionais decorrentes do envelhecimento. Com isso, o objetivo do presente estudo foi comparar os efeitos de seis semanas de treinamento de força tradicional na qualidade muscular (força/espessura do grupo muscular treinado (EM)) da musculatura extensora do joelho, em mulheres idosas. A população do estudo envolveu mulheres com idade entre 60 e 79 anos sem treinamento aeróbico ou de força sistemático por pelo menos um ano anterior ao estudo. Os indivíduos (36) foram divididos em dois grupos experimentais: Treinamento de Força Tradicional (GTFT) e Controle (GC). O grupo TFT foi composto por 29 indivíduos e o GC constituído por 7 indivíduos. O Treinamento de Força Tradicional envolveu exercícios de força, em pesos livres ou em máquinas para o treino de força, realizados para membros superiores e inferiores. Os sujeitos treinaram duas vezes por semana, durante seis semanas, com intensidade e volume de treinamento progressivos, periodizado de forma linear. Foram avaliadas as espessuras do Reto da Coxa pontos: medial (RCm), distal (RCd) e proximal (RCp), Vasto Intermédio (VI), Vasto Lateral (VL) e Vasto Medial (VM) cada músculo dos extensores do joelho, e do grupo muscular como um todo, além da força dinâmica máxima (1RM). A partir desses valores, a qualidade muscular foi determinada. Como resultados, após o período de treino, os valores de 1RM, da EM do RCm, RCd, RCp,VI,VM e VL e, conseqüentemente da EM dos extensores do joelho (EMRCm+EMVI+EMVM+EMRL) como um todo do GTFT foram incrementados significativamente (p<0,05) em relação ao GC. Da mesma forma, a QM foi mais incrementada em GTFT (p<0,05), tanto para cada músculo isoladamente quanto para os extensores como um todo. Em conclusão, o presente estudo demonstrou que os efeitos do treinamento de força tradicional de seis semanas alteram a QM de mulheres idosas, a partir tanto de alterações neuromusculares como morfológicas.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/53133
Arquivos Descrição Formato
000852991.pdf (197.4Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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