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Gestão participativa no ambiente bancário

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Gestão participativa no ambiente bancário

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Título Gestão participativa no ambiente bancário
Autor Lopes, Sergio Lima Guimaraes
Orientador Carrion, Rosinha da Silva Machado
Co-orientador Souza Júnior, Roberto Tadeu de
Data 2012
Nível Especialização
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Administração. Curso de Especialização em Gestão de Negócios Financeiros.
Assunto Banco
Desenvolvimento profissional
Gestão participativa
Resumo O presente trabalho objetiva responder à questão de como ocorrem as práticas de gestão participativa face à hierarquização do ambiente bancário, tendo como objeto de estudo o Banco da Nação, como se convencionou chamar aqui. A partir desta questão advêm outras que são a de qual a percepção que os funcionários têm sobre gestão participativa e qual o nível de participação que a referida organização fomenta. Foi aplicado via email um questionário composto de 20 questões fechadas, enviado a 40 pessoas de quatro agências diferentes (Ibicaraí, Itabuna, Ilhéus e Macarani) que concordaram em responder, havendo um retorno de 34 questionários respondidos. As 7 (sete) primeiras questões se baseiam no instrumento de avaliação de nível de participação elaborado por Rensis e Jane Likert, da Universidade de Michigan (Nogueira, 2007, p. 195), que classificam os modelos ou sistemas administrativos, de modo evolutivo, em autoritário, benevolente, consultivo e participativo. As 13 (treze) questões restantes tiveram o fito de captar a percepção dos respondentes acerca de gestão participativa e conceitos afins como liderança, autoridade, equipes autônomas, etc. Muito se fala, hoje em dia, sobre gestão participativa, sem, contudo, ter certeza do que é e o que objetiva. Foi justamente o que se percebeu pelas respostas obtidas. Concluiu-se que a maioria dos respondentes tem em mente que a gestão participativa é algo positivo, contudo, independentemente do nível hierárquico, estão ainda arraigados a certos padrões do modelo autoritário como a exigibilidade da hierarquia e interação reservada com os colegas de trabalho. Não obstante, demonstraram não admitir o autoritarismo e esperam que o chefe seja um líder. De acordo com a escala Líkert, conclui-se que o Banco da Nação não é uma estrutura hierárquica rígida e se apresenta mais como um modelo do tipo consultivo, o que está bem perto do modelo participativo. No tocante à percepção dos funcionários sobre gestão participativa, a idéia é bem vista, contudo ainda com reservas.
Tipo Trabalho de conclusão de especialização
URI http://hdl.handle.net/10183/80656
Arquivos Descrição Formato
000900634.pdf (733.5Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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