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Efeito do consumo de refrigerante sobre a ingestão alimentar em ratos

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Efeito do consumo de refrigerante sobre a ingestão alimentar em ratos

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Título Efeito do consumo de refrigerante sobre a ingestão alimentar em ratos
Autor Cony, Karina de Vargas
Orientador Hagen, Martine Elisabeth Kienzle
Co-orientador Sanvitto, Gilberto Luiz
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Nutrição.
Assunto Ingestão de alimentos
Macronutrientes
Refrigerantes
[en] Food intake
[en] Macronutrients
[en] Soft drink
Resumo Introdução: O aumento da ingestão de refrigerantes calóricos foi identificado em diversos países como, Japão, Estados Unidos e Brasil. A ingestão excessiva de refrigerante pode contribuir para o aumento da epidemia de obesidade em todo o mundo ocidental. Existem controvérsias sobre o efeito da ingestão de bebidas calóricas e não-calóricas sobre a ingestão de alimentos sólidos e os estudos que abordam estes efeitos são escassos e inconclusivos. Objetivo: O presente estudo teve por objetivo avaliar o efeito de refrigerante calórico e não-calórico sobre a ingestão quantitativa e qualitativa de alimentos sólidos e seus efeitos sobre o peso corporal e deposição de gordura intra-abdominale perigonadal em ratos. Métodos: Foram utilizados 30 ratos machos Wistar divididos em 3 grupos: grupo controle (ração padrão e água“ad libitum”), grupo refrigerante calórico (ração padrão, refrigerante calórico e água“ad libitum”) e grupo refrigerante não-calórico (ração padrão, refrigerante não-calórico e água“ad libitum”). Os animais receberam o tratamento no período de 17 semanas. Resultados: A ingestão de refrigerante calórico e não-calórico não provocou mudanças na ingestão total de energia, peso corporal e deposição de gordura intra-abdominal e perigonadal no período analisado. Entretanto, o consumo de refrigerante calórico resultou em drástica redução na ingestão de alimentos sólido e aumento na ingestão total de líquidos. A ingestão de refrigerante não-calórico não influenciou a ingestão total de alimentos sólidos no final do tratamento, no entanto, em algumas semanas isoladas foi encontrada uma ingestão significativamente maior de alimentos no grupo refrigerante não-calórico quando comparado ao grupo controle. Conclusão: De acordo com os resultados conclui-se que a exposição ao refrigerante calórico e não-calórico não provocou mudanças na ingestão total de energia, peso corporal e deposição de gordura intra-abdominal e perigonadal no período avaliado. Entretanto, a ingestão de refrigerante calórico influenciou a quantidade, e consequentemente, a qualidade de alimentos sólidos ingeridos. A ingestão de refrigerante não-calórico não influenciou a ingestão de alimentos e levou a maior ingestão de sódio. Tanto a ingestão de refrigerante calórico quanto a ingestão de refrigerante não-calórico levou ao aumento na ingestão de líquidos e reduziu a ingestão de água que foi substituída pela ingestão de refrigerante.
Abstract The effect of consumption of caloric and non-caloric beverages in food intake is controversial and studies in this issue are sparse and inconclusive. The present study aimed to evaluate the effect of caloric and non-caloric soft drink on the quantitative and qualitative intake of solid food in rats. We treated 30 male rats, divided into 3 groups: control group (standard diet and water “ad libitum”), caloric soft drink group (standard diet, caloric soft drink and water “ad libitum”) and non-caloric soft drink group (standard diet, non-caloric soft drink and water “ad libitum”). The animals received treatment within 17 weeks. The consumption of caloric and non-caloric soft drink at the end of treatment did not cause changes in total energy intake, body weight and intra-abdominal fat. However, the caloric soft drink consumption resulted in a reduction in solid food intake, increased carbohydrates consumption and high total liquids intake. While the non-caloric soft drink intake didn’t influence the total intake of solid food at the end of treatment. Based on the results, it was concluded that exposure to caloric and non-caloric soft drink caused no changes in total energy intake, body weight and intra-abdominal fat during the evaluation period. However, the caloric soft drink intake influenced the amount and the quality of solid food consumed. The non-caloric soft drink intake didn’t influence the food intake. The intake non-caloric soft drinks not influence the food intake and led to increased intake of sodium. Both the intake of caloric as non-caloric soft drink the intake led to an increase in fluid intake and reduced intake of water was replaced by intake soft drink.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/142938
Arquivos Descrição Formato
000868346.pdf (2.433Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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